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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O cinema falado de Bibiu está de volta

Publicado em 25.01.2011

POR JC RECIFE PE
Ator carioca João Ricardo Oliveira interpreta contador de histórias de Roliúde, de Homero Fonseca. Festival já foi visto por 10 mil pessoas

Eugênia Bezerra
ebezerra@jc.com.br

As narrativas de clássicos do cinema, como E o vento levou... e Casablanca, ganham um toque nordestino no espetáculo Roliúde. João Ricardo Oliveira interpreta Bibiu, que narra filmes nas feiras do interior. A peça foi bem recebida na abertura do 17º Janeiro de Grandes Espetáculo. Hoje, ela volta a ser apresentada no Teatro Barreto Júnior, às 21h. O ingresso para estas e outras peças do dia custa R$ 10.

O ator carioca também é o diretor do espetáculo e fez a adaptação do texto de Homero Fonseca. Ele consegue prender a atenção do público durante mais de uma hora, fazendo as pessoas imaginarem os roteiros interpretados. O protagonista tem um jeito bem próprio de contar as histórias, com expressões populares, considerações sobre o enredo ou personagens e até alguns acréscimos. Outro ponto da peça é que, enquanto os filmes são narrados, a trajetória pessoal daquele contador de história é expressada.

Na apresentação anterior, o ator teve que lidar com flashes insistentes e celulares tocando – mesmo assim, se saiu bem. Mas é válido dizer que estas interrupções não têm sido uma constante nos espetáculos. Ainda sobre a plateia, os produtores do festival contam que esta é a mais numerosa em todos os anos. Paulo de Castro afirmou que até agora foram contabilizadas quase dez mil pessoas (incluindo as apresentações na rua) e que a meta é chegar a 18 mil pessoas.

Hoje há outras opções no festival. A obra do poeta e dramaturgo Federico García Lorca é levada ao palco com Um rito de mães, rosas e sangue. O diretor Cláudio Lira, também responsável pela dramaturgia, inspirou-se nas três tragédias rurais do espanhol: Bodas de sangue, Yerma e A casa de Bernarda Alba. Além destes textos, histórias reais estão na construção do espetáculo. O diretor e a fotógrafa e videasta Tuca Siqueira fizeram uma pesquisa em que ouviram histórias de mulheres da comunidade do Pilar. A apresentação acontece às 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho.

Também há a palestra Hécuba no século 21: os desafios da tragédia grega, com Cláudio Medeiros. Ele é Doutor em Teatro pela Universidade da Califórnia e professor do Departamento de Teatro da Universidade Middlebury College. O evento é gratuito e começa às 15h, no Centro Cultural Correios.

Continuam as apresentações de Cabaré das donzelas inocentes (às 19h, no Teatro Armazém) e O animal agonizante (que se despede do Teatro Apolo, às 19h). E na programação paralela do evento, o Coletivo Grão Comum reapresenta o monólogos Mucurana – de mundo afora e história adentro, com Asaías Lira. A apresentação começa às 22h, no Espaço Muda.

» Centro Cultural Correios – Av. Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife. Espaço Muda – Rua do Lima, 280, Santo Amaro. Teatro Apolo – Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife. Teatro Armazém – Av. Alfredo Lisboa, Bairro do Recife. Teatro Barreto Júnior – Rua Estudante Jeremias Bastos, s/nº, Pina.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Ministra da Cultura dá sinais de guerra ao livre conhecimento - NovaE - Nova Consciência e Cibercultura

Ministra da Cultura dá sinais de guerra ao livre conhecimento - NovaE - Nova Consciência e Cibercultura

Editora é acusada de plagiar traduções de Monteiro Lobato

Ministério Público Federal investiga obras lançadas pela Martin Claret

Guss de Lucca, iG São Paulo | 22/01/2011 10:28




O intelectual brasileiro Monteiro Lobato

Além de autor de romances consagrados, o escritor Monteiro Lobato, criador do Sítio do Pica-Pau Amarelo, também se dedicou a traduções de obras estrangeiras para o português, entre elas “O Livro da Jângal”, de Rudyard Kipling, e “O Lobo do Mar”, de Jack London.

Essas duas obras foram lançadas no Brasil pela editora Martin Claret, com traduções atribuídas a Alex Marins e Pietro Nassetti. O Ministério Público Federal investiga denúncia de que ambas seriam, na verdade, de Lobato.

"'O Livro da Jângal' da Martin Claret é idêntico ao do Monteiro Lobato, enquanto 'O Lobo do Mar' tem leves mudanças", explica a autora da denúncia, a tradutora Denise Bottmann. "Mandei a petição e diversas fotocópias para várias livrarias, pedindo que tirassem as publicações de circulação, o que não ocorreu. A questão principal é o desrespeito ao leitor, que mal sabe que está lendo Monteiro Lobato".

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Argentina e os Livros e a Feira de Paris

Argentina sempre a frente na questão de Literatura e Produção Editorial.Estive agora, recentemente, e a cidade é plena de livrarias,desde o centro aos bairros , distritos, como S.Isidro, Tigre, etc.Ela nos dá um banho de cultura e de consumo em Cultura Literária.El Ateneo e a Cuspid tornaram-se famosas pelo volume, mas existem centenas, especializadas por todas as partes da cidade.Paulovas

POR MARÍA PAULA BANDERA, ESPECIAL PARA CLARIN



OH LA LA. LA LIBRERÍA DEL MUSEO DE ARTE MODERNO DE PARIS, EN 2010. UNA CIUDAD CON INTENSA VIDA CULTURAL.
Etiquetado como:CulturaSalón del Libro de París
En 2011, las letras argentinas seguirán recorriendo las ferias literarias del mundo: Buenos Aires será la ciudad invitada al Salón del Libro de París, que se celebrará del 18 al 21 de marzo.

La ciudad aprovechará la ocasión para presentar el cronograma de actividades de Buenos Aires Capital Mundial del Libro 2011, título que ostentará desde el 23 de abril de este año.

Esta es la primera vez que el Salón del Libro –que tiene unos 190.000 visitantes, de los cuales 33.800 son profesionales del libro– contará con una ciudad invitada. El ex agregado cultural de la embajada de Francia y actual director del departamento de Estrategia en el Instituto Francés, Jean-François Guéganno, explica la elección: “Buscábamos una gran capital literaria, con una marcada tradición de autores famosos y a Buenos Aires nos une una relación histórica”.

En el Salón, la ciudad tendrá un stand de 105 metros cuadrados, que tomará la atmósfera de los bares de Buenos Aires, con mesas para encontrarse y un pequeño auditorio. Buenos Aires pagó 132.000 euros por un combo que incluye ese stand, más el programa cultural, más diez pasajes y cuatro días de estadía para los escritores que participen de él. En total, el ministro de Cultura porteño Hernán Lombardi calcula gastar “no más de 150.000 euros”.

Además, el Ministerio de Cultura porteño hará una edición francesa de la antología de escritores que llevó a la Feria de Frankfurt el año pasado. Y también traducirá al francés Palabra Viva , una recopilación de textos y biografías de escritores desaparecidos durante la dictadura militar que editó la Sociedad de Escritoras y Escritores de la Argentina (SEA).

La traducción es clave. Guéganno considera “infructuoso invitar a un autor que no está traducido, porque si el lector no puede leer sus libros en el idioma que le es propio, el interés se pierde”.

La revista Ñ también estará presente, con una versión en francés de la antología de 80 páginas que llevó a Frankfurt en inglés y en alemán y que recopilaba notas y entrevistas publicadas en los últimos años.

¿La feria de París es parecida a la de Frankfurt? Según Lombardi, “a diferencia de Frankfurt, en Francia ya hay mucho material traducido y editado. Es un mercado más próximo a nosotros culturalmente”.

Para Guéganno la afluencia de traducciones es producto “de haber apoyado durante mucho tiempo la traducción de escritores franceses en la Argentina y de escritores argentinos en Francia”.

En esta edición, los países nórdicos serán los invitados de honor al Salón del Libro. Cuenta Lombardi que “como los finlandeses son adictos al tango, aceptaron nuestra propuesta de hacer una milonga de tango porteño y tango finlandés a modo de apertura”. La dirección será de Gustavo Mozzi, director del Festival de Tango de Buenos Aires.

Pero el espíritu porteño se extenderá más allá de la feria: en las bibliotecas populares de Paris y en las librerías del Este de la ciudad se desarrollará un ciclo de presentaciones sobre la literatura argentina, sus libros y sus autores.

El romance franco argentino seguirá durante todo 2011: en el Salón se dará inicio al Tandem París Buenos Aires, un programa que incluirá teatro, danzas, música, literatura y arte, entre otros y que tendrá dos etapas: París en Buenos Aires, de abril a junio, y Buenos Aires en París, de septiembre a noviembre. Los Festivales porteños que se celebren en el período “París en Buenos Aires” –como el de Cine Independiente y Ciudad Emergente– tendrán a la ciudad gala como invitada.



Los escritores invitados

Lombardi es directo al decir quién eligió a los escritores invitados: “Lo proponen Culturesfrance –el Instituto francés para el intercambio internacional–, las librerías de París y nosotros”.

El ministro quiere llevar dramaturgos, para fortalecer el teatro porteño en París. Da casi por seguros a Romina Paula (que todavía no confirmó) y a Mariano Pensotti.

Entre los autores confirmados están Quino, Pablo De Santis, Alan Pauls, Juan José Sebreli, Oliverio Coelho y Martín Kohan. También irán María Kodama y Graciela Aráoz, por la SEA.

Lombardi calcula que saldrán al menos diez autores desde acá e invitará a otros diez que vivan en Europa.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Os Primitivos Portugueses (1450-1550) -

Um século brilhante na pintura portuguesa
11.11.2010 - Ana Dias Cordeiro

POR PÚBLICO PT
É a exposição do ano do Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, e centra-se na pintura dos mestres anteriores ao Renascimento. "Os Primitivos Portugueses (1450-1550) - O Século de Nuno Gonçalves" abre esta quinta-feira com obras restauradas, retábulos reconstituídos e muitas perguntas.
Como figura de acolhimento, a ocupar todo o espaço de uma parede do grande hall que abre a exposição Primitivos Portugueses (1450-1550) - O século de Nuno Gonçalves, centrada na pintura da época anterior ao Renascimento, no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa, o Retábulo do Mosteiro da Trindade surge em toda a sua monumentalidade.

E também como exemplo daquilo que esta exposição pretende ser: uma ocasião única para mostrar o que de melhor existe da pintura portuguesa dos séculos XV e XVI, com obras restauradas ereagrupando painéis retabulares, habitualmente dispersos. Para o comissário da exposição e director adjunto do museu, José Alberto Seabra Carvalho, trata-se de mostrar esta arte "de um modo como o público nunca a viu".

Do mestre Garcia Fernandes e com data de 1537, o Retábulo do Mosteiro da Trindade é para o comissário uma das mais importantes das 160 obras do mais rico património da pintura portuguesa mostrado nesta exposição que é inaugurada esta quinta-feira, 11 de Novembro.

No MNAA, Os Primitivos Portugueses... divide-se por seis núcleos e a eles associa-se um sétimo módulo, no Museu de Évora, mas a partir de 18 de Novembro (a exposição permanece em ambos os museus até 27 de Fevereiro do próximo ano).

FELIZ 2011 A TODOS NOSSOS SEGUIDORES

FELIZ ANO DE PAZ, SAÚDE E SOLIDARIEDADE