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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

MAM recebe exposição do artista Carlos Vergara


MAM recebe exposição do artista Carlos Vergara

Por Redação, com Agência Rio de Notícias - do Rio de Janeiro
http://bit.ly/22Xts2



O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro abre ao público carioca no dia 13 de novembro a exposição Carlos Vergara: A dimensão gráfica – uma outra energia silenciosa. A mostra traz um conjunto de mais de 200 trabalhos realizados pelo artista dos anos 1960 até hoje, onde a linguagem gráfica é o fio condutor.

A exposição tem curadoria do colecionador George Kornis, que por mais de um ano pesquisou os arquivos do ateliê do artista, com intuito de reunir os trabalhos produzidos por Carlos Vergara que tornasse visível ao público a linguagem gráfica que perpassa sua produção, há quase 50 anos.

George Kornis destaca que a produção de Vergara se expressa por diversas linguagens, e esta exposição no MAM pretende dar visibilidade à linguagem gráfica, presente em toda a sua trajetória, de diversas maneiras: monotipias, gravuras, desenhos, 3D, fotografias, filmes.

– Vergara não é somente um pintor, como ele costuma ser apresentado –, comenta Kornis. –Sempre me incomodou que na boa e vasta bibliografia sobre ele há uma fixação em torno de sua obra pictórica –, diz.

A mostra terá trabalhos nunca mostrados, além de obras inéditas no Rio, como a instalação que fez para a Capela do Morumbi, em São Paulo, em 1992, ou o conjunto completo de monotipias da série Gávea. O célebre painel de desenhos de 20 metros de comprimento, feito para a Bienal de Veneza, em 1980, também estará na mostra do MAM.

As 200 obras são provenientes do ateliê do artista e de coleções privadas, como a de, Gilberto Chateaubriand e do próprio George Kornis, além de outros acervos. Para se chegar a esse universo, o curador pesquisou por mais de um ano o Acervo Carlos Vergara, para mapear a produção do artista.

– O acervo está muito bem organizado, então foi possível visualizar, em toda sua extensão, as múltiplas linguagens e os interesses que atravessam sua trajetória.

Serviço:
Exposição “Carlos Vergara: a dimensão gráfica – uma outra energia silenciosa”
Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro
Visitação pública: 13 de novembro de 2009 a 14 de março de 2010
De terça a sexta, das 12h às 18h
Sábado, domingo e feriado, das 12h às 19h
A bilheteria fecha 30 min antes do término do horário de visitação
Ingresso: R$ 8 (estudantes maiores de 12 anos pagam R$ 4 e maiores de 60 anos, R$ 4)
Amigos do MAM e crianças até 12 anos entrada gratuita
Domingos ingresso família, para até 5 pessoas: R$8,00
Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85
Parque do Flamengo
Telefone: 21.2240.4944
www.mamrio.org.br

'Um Profeta' e 'Quem Quer Ser Bilionário'

http://bit.ly/1rdisc
retirado correio da Manhã
Prémios do Cinema Europeu
'Um Profeta' e 'Quem Quer Ser Bilionário' lideram nomeações
A Academia do Cinema Europeu já tinha avisado que este ano teria muito por onde escolher. A grande batalha nos Prémios de Cinema Europeu dá-se entre ‘Um Profeta’, do francês Jacques Audiard, e o já multigalardoado ‘Quem Quer Ser Bilionário’, do britânico Danny Boyle.



E se o Mundo inteiro já viu a trama do jovem indiano que ganha o concurso milionário – que arrebatou oito dos dez Óscares para que estava nomeado este ano –, Portugal espera ainda a estreia do filme de Audiard, presente no Estoril Film Festival por estes dias, precisamente para apresentar ‘Um Profeta’, que chegará aos cinemas nacionais no próximo dia 26.

Na competição pelo galardão principal, de Melhor Filme Europeu, estão três filmes já galardoados em Cannes – ‘O Laço Branco’ (Michael Haneke), ‘Fish Tank’ (Andrea Arnold) e ‘Um Profeta’ –, a fita de Boyle, um filme de vampiros, ‘Let the Right One In’ (Tomas Alfredson) e ‘O Leitor’.

Entre os nomeados destaque ainda para Lars Von Trier (‘O Anticristo’), Alexandre Desplat (‘Coco Avant Chanel’) – o compositor francês é jurado no Estoril Film Festival – e Pedro Almodóvar e Penélope Cruz (‘Abraços Desfeitos). Os prémios serão conhecidos na cidade alemã de Bochum, a 12 de Dezembro.

"Não sou uma actriz nem quero estar a recriar a Piaf"

http://bit.ly/4xPQv0
LEIA MAIS DN PT
por NUNO GALOPIMHoje

O novo álbum de Martha Wainwright é um tributo a Edith Piaf. A cantora celebra assim a voz que mais admira desde a sua infância.

A sua mãe e tia formam um dos mais históricos duos da folk canadiana (as McGarrigle Sisters). O seu pai, Loudon Wainwright III, é voz com carreira veterana na country. O irmão, Rufus, é uma das figuras mais aclamadas da música popular dos últimos dez anos... Ela chama-se Martha e, ao terceiro álbum, a que chamou Sans Fusils, Ni Souliers, à Paris (a editar na próxima semana entre nós) grava versões de canções de Edith Piaf, uma voz que descobriu em criança e que cedo aprendeu a admirar.

"Era muito miúda e foi o meu irmão [Rufus Wainwright] quem me mostrou os discos dela. Tinha uns sete ou oito anos e rapidamente tornou-se numa das minhas cantoras preferidas", confessa Martha Wainwright ao DN. Sentia-se encantada pela intensidade da voz. E então cantava por cima dos discos de Piaf, "com toda a força que tinha nos pulmões"... Foi por essa altura que se interessou também "por vozes que cantam com emoção". E aponta Nina Simone como outro exemplo formador.

O disco que agora apresenta começou a nascer como um concerto, que projectou na companhia de Hal Wilner, com quem havia já colaborado numa homenagem a Leonard Cohen que entretanto chegou ao cinema no documentário I'm Your Man, de Lian Lunson. Este encontro com Piaf, descreve-o como "mais desafiante" e "mais pessoal", no sentido que sentiu que "precisava de encontrar um caminho" seu para "chegar a esta música". Martha é clara nas palavras: "Não canto como a Piaf. Nem queria soar como a Piaf. Seria mesmo impossível. Não sou uma actriz nem queria estar a recriar a Piaf. Esta ideia teve mais a ver com uma tentativa de ver o que conseguia trazer de novo a estas canções", explica.

Chegou a ter dúvidas sobre se deveria fazer este disco. "Porque é uma voz famosa. E depois houve o filme... E toda a gente poderia pensar que estaria a saltar para um comboio em andamento", reflecte. "Mas mandaram-me mais de 200 canções. E apercebi-me da existência de uma obra... Com muitas canções incríveis que ninguém conhecia." E, acrescenta, "A poesia naquelas canções é linda."

Ainda recentemente Rufus Wainwright editou um álbum de homenagem a Judy Garland. Mas Martha sublinha que há diferenças entre este seu álbum e o do irmão. "O disco do Rufus era muito um tributo a Judy Garland numa escala que se ajusta a ele, que é com aquela dimensão... E com os arranjos originais. Este é diferente... Escolhemos canções que não são famosas", descreve. Canções como La Foule, Le Brun et le Blond, Les Grognards ou L'Accordéoniste surgem num alinhamento de 15 temas que, no próximo ano, Martha quer levar para a estrada. Entretanto pensa já numa possível versão em inglês destas canções para quem não fala francês, porque, explica, "há ali sentimentos que falam a uma plateia dos dias de hoje".

domingo, 8 de novembro de 2009

Raimundo Carrero na Fliporto 2009


Raimundo por quem tenho uma enorme admiração, aiías foi meu aluno, dá depoimento sobre a lteratura na Fliporto, vale a pena ver.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cinema brasileiro recente para ver em Lisboa

Imagem PVasconcelos
retirdo do D Notícias PThttp://www.prensaescrita.com/diarios.php?codigo=POR&pagina=http://www.jn.pt
JOÃO ANTUNES


O actor e realizador Matheus Nachtergaele é o convidado de honra da 4ª Mostra de Cinema Brasileiro, que decorre de hoje até depois de amanhã, domingo, no Cinema S. Jorge, em Lisboa. Abre com "Romance", de Guel Arraes, às 16 horas.

Pelo quarto ano consecutivo, são apresentados alguns filmes contemporâneos e são homenageadas algumas personalidades do meio cinematográfico brasileiro.

O programa, que inclui um total de 12 filmes, está dividido em três segmentos, um por dia. Assim, hoje, estará em destaque, de forma genérica, a produção mais recente, com o grande destaque para a exibição, às 23 horas, de "Meu nome não é Johnny", de Mauro Lima, o filme brasileiro mais visto no ano passado. Antes, poder-se-ão ver o já referido "Romance", "Santiago", documentário de João Moreira Salles (18.30 horas), e "Chega de saudade", de Lais Bodanzky (21).

O dia de amanhã será ocupado com a homenagem ao realizador Domingos de Oliveira, que não estará presente entre nós, como fora inicialmente anunciado. Um veterano da televisão brasileira, onde dirigiu, por exemplo, a série "Confissões de adolescentes", tem também uma obra variada no cinema, como se poderá verificar pela exibição de quatro dos seus filmes, tocando géneros tão distintos como a comédia ou o drama: "Feminices" (16 horas), "Separações" (18.30), "Juventude" (21) e "Carreiras" (23).

A mostra termina, em beleza, no domingo, com a presença do actor Matheus Nachtergaele, que estará junto do público na sessão da noite a apresentar o seu primeiro trabalho como realizador, "A festa da menina morta".

Exibido na secção Un Certain Regard e considerado um dos grandes filmes de Cannes em 2008, o filme aborda com crueza e frontalidade a questão da fé, na região amazónica.

Durante o dia, serão ainda exibidos outros trabalhos em que Nachtergaele participou como actor: "O auto da compadecida", (16 horas), "Tapete vermelho" (18.30) e "A concepção" (23).

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Cesaria Evora retorna com um novo álbum

foto pour Le liberation Paris
Leia mais em http://monlibe.liberation.fr/avantages/detail/47
Texto traduzido e adaptado por Paulo Vasconcelos

Após três anos de espera, Cesaria Evora retorna com um novo álbum :"Nha Sentimento",ao mesmo tempo com canções graves e leves. Ele executa coladeras, canções catchy feita para dançar, os blues de Cabo Verde, sua voz diferenciada leva o ouvinte inexoravelmente ao prazer da escuta

Gravado na primavera de 2009 entre o Mindelo, na ilha de São Vicente, onde ela começou sua carreira, em Paris o álbum é produzido por José da Silva e arranjado por Nando Andrade, pianista e maestro de Cesaria. No Nha Sentimento sentimentos Nando tem trabalhado para encontrar essa maneira de tocar instrumentos de percussão peculiar aos músicos do Mindelo, nos anos 50 e 60, muito antes da música de Cabo Verde começar a ser exportada e ser influenciado por novas formas musicais.
Para mornas, José da Silva queria destacar as influências árabes reivindicada por alguns autores, incluindo Manuel Novas ou Vasco Martins,foi pedido Fathy Salama para escrever os arranjos de cordas, gravado no Cairo, com a Orquestra de Cairo, dirige. Esta langor oriental dá uma voz particularmente nostálgica de Cesaria.

Nha Sentimento carrega-lhe emoções profundas que não pode dissipar as peças , mas muitas vezes graves em seus temas, onde a alegria da vida muitas vezes superam a tristeza, e desejo. Quando isso não for o caso, as letras refletem um fatalismo....

Vítima de um derrame em 2008, durante sua turnê australiana, Cesaria continua seu caminho. Ela entrou no palco na última primavera. Sua saúde está muito bem: ela perdeu peso, o que não quer desagradar a ele, e é obrigada a seguir uma dieta rigorosa, mas ainda fumo, incluindo a fase em que ela pode!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A Literatura Agentina Bons Tempos



En la última Feria del Libro de Frankfurt, Mempo Giardinelli ofreció una mirada en perspectiva de la literatura nacional en un discurso que tituló “La Argentina en su literatura”. Bajo la idea central de que la literatura argentina goza de un momento extraordinario en los últimos años a pesar de no contar con figuras excluyentes o por eso mismo, se repasan aquí los caminos de la prosa, la poesía y hasta la literatura infantil.
Por Mempo Giardinelli
Desde la recuperación de la democracia, la literatura argentina pasa por uno de sus mejores momentos. Las últimas dos décadas han sido extraordinarias, si bien no tuvimos (y acaso por eso mismo) ninguna figura excluyente. Muertos Borges, Cortázar, Bioy Casares y Silvina Ocampo, y con personalidades emblemáticas más cercanas como Manuel Puig, Osvaldo Soriano, Olga Orozco y otros grandes narradores y poetas, quienes venimos a representar a esa literatura en esta Feria pertenecemos a una literatura que no vacilo en definir como mucho más plural y abarcativa.

Me agrada decir aquí en Alemania, una de las cunas del romanticismo, que la literatura argentina fue fundada por nuestro primer romántico –Esteban Echeverría– quien llevó de Europa a América las ideas que conmovían el pensamiento occidental de la época y sembró esas ideas en el Río de la Plata.

Su poema La cautiva y su cuento “El matadero” constituyen a Echeverría no sólo en iniciador de la literatura moderna en mi país, sino también en pionero del romanticismo social. Línea que confirmaron después López, Mitre, Mármol, Sarmiento, Hernández, Lugones, Arlt, Borges, Cortázar y muchos más, incluso hasta hoy. Podría decirse que la literatura de toda Latinoamérica nació bajo la impronta del romanticismo. El social y el sentimental.

Desde entonces la ciudad de Buenos Aires impuso su sello a toda esa literatura, como escenario total, casi único de la poesía, el cuento, la novela y el ensayo. Es la ciudad letrada, la ciudad europea transplantada por los inmigrantes, la ciudad civilizada que se impone a la barbarie gaucha. Eugenio Cambaceres y Lucio Vicente López primero; Lucio Victorio Mansilla, Miguel Cané y Fray Mocho después, afirman literariamente a una ciudad orgullosa de sí misma, que se autoconvence de su destino de capital cultural americana, y cuyas expresiones son decididamente urbanas, aunque representativas de un enorme territorio que casi todos creen vacío. Sobre los apenas cuatro millones de habitantes censados que tiene la República Argentina al empezar el siglo XX, un millón se concentra en el único puerto, y su gentilicio, “porteño”, será sinónimo de “argentino” en todo el siglo que viene.

El compadrito que luego consagró Borges en los años ‘20 y ‘30, el guapo y el malevo, son productos de la mixtura de sangres. Emanan de ese fervoroso mestizaje que consagra su propio ritmo, el tango, una de las pocas músicas populares del mundo (si no la única) que no nace en el campo, ni en cafetales o algodonales; que no se origina en paisajes bucólicos ni junto al mar; que no se refugia en las montañas ni es parida por los dolores de la explotación o la esclavitud, y que ni siquiera conoce cabalmente su verdadero origen.....
Leia mais em Página 12 http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/libros/10-3588-2009-11-04.html

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Gerald Martin, biógrafo de Gabriel Gacía Márquez, diz acreditar que o escritor colombiano não publicará mais livros

Imagem P Vasconcelos

Retirado http://bit.ly/PgwLK ZERO HORA PORTO ALEGRE
Segundo seu biógrafo,Gerald Martin, através de depoimento durante uma entrevista à agência France Presse, face ao lançamento mexicano de Gabriel García Márquez - Uma Vida, obra que é fruto de 18 anos de pesquisas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Bogotá será a sede da Sétima Cúpula(forum) Mundial das Telenovelas

http://www.livablestreets.com/streetswiki/bogota-colombia
retirado de http://bit.ly/1Z5sqc
El Tiempo Colômbia
Como parte da programação, também será realizado o encontro de escritores latino-americanos.


Haverá também uma homenagem ao roteirista colombiano Bernardo Romero, que morreu em 2005.

De 18 a 20 de Novembro próximo, Bogotá será a anfitriã do Sétimo
Global Industry Summit da Telenovela e Ficção, que terá como convidado especial o escritor Fernando Gaitán, autor de sucessos como Café con aroma de mujer y Yo Soy Betty La Fea.

Outro convidado especial será o produtor mexicano Pedro Torres, por série Mulheres, Assassinas e que realizará uma palestra na presente Convenção.

O evento é realizado na capital colombiana Bogotá, porque se tornou uma localização estratégica para produção de televisão, a ponto de muitos produtores internacionais têm vindo a operar no país, como revelado pela NBC, Telemundo parceria, RTI-Telemundo Telecolombia Fox, Sony e Disney-MTV Teleset.

Como parte deste evento, também será realizado o encontro de escritores latino-americanos, por isso é planejado para prestar homenagem ao escritor colombiano Bernardo Romero, que morreu em 2005 e criador de hits como Lady Elizabeth, vamos cortar a casca, o Joans e Sangue lobos, entre outros.
Entre os temas que será abordado no Forum incluem-se adaptadores de histórias, de televisão versus a literatura, as semelhanças entre os romances e best-sellers e para contar uma história bem contada.

"Incentivo à arte". É assim que os jovens que participaram no sábado passado no primeiro concurso de grafiti de Almada



Retirado do DN PT http://www.prensaescrita.com/diarios.php?codigo=POR&pagina=http://www.jn.pt

"Incentivo à arte". É assim que os jovens que participaram no sábado passado no primeiro concurso de grafiti de Almada qualificam a decisão do município de legalizar espaços para que possam trabalhar.

Para Ricardo Pereira, "Skran", 27 anos, a pintar há seis, "ao legalizar espaços para a prática de grafiti, a Câmara incentiva os jovens a fazerem boa arte. A trabalharem sobre um projecto bem definido, bem pensado".

"Também este concurso", considerou, "faz parte do tipo de eventos que obrigam os jovens a fazer melhores desenhos", afirmou à Lusa, frente ao muro da Escola Secundária Francisco Simões, no Laranjeiro, onde os artistas desenharam os grafiti a concurso na prova final. "Ao estares a pintar, estás a partilhar esse teu mundo interior e a pô-lo cá para fora", considerou. "É uma arma contra a automatização crescente do dia-a-dia".

Diogo Talaia, 19 anos, "Cria", pinta desde os 12. A concurso, trouxe "um mural alusivo à limpeza das ruas e à recolha do lixo": "O grafiti é uma forma de me expressar e melhorar a estética da cidade", defende. Para ele, "quanto mais sítios forem legalizados para a prática de grafiti, melhor".

O vereador da Cultura da Câmara, António Matos, explicou que o concurso foi concebido a partir de alguns pressupostos. "Pensámos em realizar uma acção criativa que pudesse disponibilizar à cidade, em local de grande visibilidade, a expressão do grafiti. Queremos projectar esta arte". Para o vereador, é importante que "nesta relação com os grafiters se faça alguma coisa para que este fenómeno criativo enriqueça a cidade e não a empobreça, centrando-se nos espaços onde pode ser feito (cerca de 20 locais no concelho) e nunca danificando património público e privado". O concurso tem assim, de acordo com o autarca, "uma preocupação cultural, educativa e de cidadania".

O júri atribuiu o primeiro prémio, no valor de 600 euros, a Davi Campos. "O grafiti faz parte da cidade, nasceu com ela. Quanto mais grafiti, mais cidade ela parece", disse o jovem, à agência Lusa.

domingo, 1 de novembro de 2009

China procura os seus tesouros "perdidos"

As quatro cabeças de bronze do Museu Poly de Pekín.-

obs- É incrível como a explosão Chinesa na Economia diante do mundo expressa-se também em outros vários setores como o das artes , por exemplo, em que pese sua população, no geral, sobretudo, os mais pobres não terem acesso ao seu patrimônio cultural nem muito menos a educação que é algo alarmante Paulo Vasconcelos




Pequim envia equipes de pesquisadores em todo o mundo para procurar bens saqueados durante as invasões coloniais e distribuídos por 2.000 museus

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"Eu realmente não sei quantos objetos foram saqueados porque o catálogo de tesouros gravados queimaram-se numa catástrofe, mas estima-se que cerca de um milhão e meio de unidades em mais de 2.000 museus em 47 países", disse Chen Mingjie imprensa chinesa ,diretor Yuan Yuanming

Chen diz que o objetivo das visitas, que deverão incluir, entre outros, o Museu Britânico em Londres e o Palácio de Fontainebleau (França), não está reivindicando os itens roubados, mas o desenvolvimento de um banco de dados. Talvez porque as leis e acordos internacionais como a Convenção da UNESCO de 1970 e 1995, protege os seus atuais proprietários. Chen não descartou a missão principal, com o repatriamento de um determinado bem, porque veio à luz peças previamente ausente.

O projeto não estava isento de propaganda nacionalista, foi saudado por muitos cidadãos chineses. Mas foi recebido com frieza por alguns especialistas, que acreditam que, em muitos casos, será impossível encontrar objetos ou provar a sua origem. "A primeira coisa a saber é como eles sairam da China. Foram roubadas ou compradas e por isso deve começar com os ativos do antigo Palácio de verão? Não deve ser usado para a política do patrimônio cultural", diz Wu Zuolai, editor da teoria e crítica de arte e literatura..............
Retirado do El Pais http://bit.ly/CrVRd

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