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domingo, 10 de janeiro de 2010

Arte: imágenes de una sociedad fragmentada

PLAZA ITALIA. De Dani Yako, una de las fotografías que integra la exhibición.
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http://www.revistaenie.clarin.com/notas/2010/01/08/_-02115909.htm




"Los excluidos y los integrados" en la muestra Nosotros y los otros que reúne a más de cien artistas, en el Centro Cultural Recoleta, organizada por la Asociación de Artistas Visuales de la República Argentina.
Por: Paula Jiménez





L a sociedad se autoinstituye en términos de nosotros y los otros. Entre el nosotros y los otros parece existir una separación, dos mundos paralelos que no se encuentran. Los otros es una categoría política que representa a las víctimas del sistema social, los excluidos. Nosotros, somos los que vivimos dentro del cerco, quienes estamos integrados, reconocidos", dice el texto explicativo de "Nosotros, los otros", la muestra impulsada por la Asociación de Artistas Visuales de la República Argentina (AAVRA), con idea y producción de los integrantes de su comisión directiva Zulema Maza, Luis Campos, Diana Dowek y Laura Ferrando.

La amplia convocatoria de "Nosotros, los otros" ha logrado reunir para esta realización a más de cien artistas y este espíritu colectivo obliga a realizar un esfuerzo común cuya histórica ausencia generó, según se plantea aquí, la idea de dos bandos enfrentados en el seno de una misma sociedad.

Y para continuar con el tema de las divisiones, la muestra se despliega en tres partes diferenciadas.

Por un lado, un video proyectado en multipantalla en el sector principal de la sala; allí, de forma simultánea, conviven diversas imágenes aportadas por figuras emergentes y de renombre como Mireya Baglietto, Graciela Taquini, Adriana Lestido, Marcelo Brodsky, Juan Travnik, Fabiana Barreda y Diego Levy, entre otros. También han colaborado con su material internos de la Unidad 20 del Hospital Borda. En las paredes laterales, y como complemento a esta proyección, pueden leerse textos y frases vinculadas a la integración, al cooperativismo y a la definición del concepto de "sinergia" (efecto de la combinatoria de dos o más elementos que da por resultado un número mayor al que se obtendría por la simple suma). El audio polifónico acompaña y refuerza la idea de coexistencia y tolerancia social.

En otro sector de la sala, fotógrafos de la talla de Lestido, Res, Marcos López, Eduardo Gil, Santiago Porter, Dani Yako y Sara Facio, exponen sus obras. Todas las imágenes, la mayoría en blanco y negro, son impactantes. Impresiona, por ejemplo, la fotografía de un grupo de mujeres indigentes, tomada por Sara Facio en 1966 o la de Julio Jorge López, de Helen Zout.

Hay más: la instalación gráfica de una serie de siluetas humanas pintadas de negro, de diferentes características ­niños, adultos, gordos, flacos­, que revisten el pasillo central del Recoleta simbolizando, o más bien, incitando a mirarnos en ellas como componentes de una sociedad que nos protege a través de la anomia, pero que, sin embargo, no nos exime de una responsabilidad común.

João Cabral, um poeta para poetas


Por: Astier Basílio do Jornal da Paraíba

Ele dizia que não gostava de música, que não acreditava em inspiração. Afirmações não muito comuns para um poeta. Se estivesse vivo, o pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999) completaria 90 anos neste sábado. Autor de pouca popularidade - se comparado com nomes como Vinícius de Morais ou Carlos Drummond de Andrade - Cabral foi um poeta devotado por outros poetas. Era um poeta para poetas.
A reportagem do JORNAL DA PARAÍBA ouviu dois poetas-críticos, Sérgio de Castro Pinto e Hildeberto Barbosa Filho, que analisaram o impacto da poética de João Cabral na literatura paraibana, além de, no caso de Sérgio, revelar detalhes de uma entrevista realizada com Cabral quando ele esteve na Paraíba.
“Por ter uma dicção muito particular, por ser um poeta forte, como diria Harold Bloom - e João Cabral o era - poetas como ele tendem a causar um impacto muito intenso em poetas”, avalia Hildeberto. “Ele gerou uma ‘angústia da influência’ e poucos escaparam disso no Estado. É detectável isso se você vir o primeiro Vanildo (Brito), o primeiro Jomar (Morais Souto), o primeiro Sitônio (Pinto), Antônio Morais e Sérgio de Castro Pinto, nestas duas gerações, como aconteceu em Pernambuco com a Geração 65”.
Hildeberto fala dessa leva de autores influenciados: “Alguns se salvaram, encontraram sua dicção própria, enquanto outros se transformaram em meros filhotes bastardos, em diluidores, como diria o Ezra Pound”, observou.
Sobre a influência cabralina, Sérgio de Castro Pinto também faz coro com Hildeberto e amplia ainda mais o arco de alcance: “Cabral não influenciou apenas a poesia brasileira, mas também a de Portugal. Na Paraíba, então, não poderia ser diferente, sobretudo com relação ao Grupo Sanhauá. Creio, no entanto, que foi uma influência saudável, como o é a de todo grande poeta”.
Na entrevista dada por Sérgio de Castro Pinto, ao poeta Jomar Souto e o saudoso Luiz Augusto Crispim, no apartamento do ex-governador Tarcísio Burity, João Cabral não fugiu dos roteiros anteriores. “Na entrevista que o autor pernambucano nos deu, não poderia ter sido diferente: falou da primazia da razão sobre o sentimento na sua poesia, da frustração que lhe propiciou ‘Morte e Vida Severina’, que a desejava na boca do povo, a exemplo de alguns poemas de Augusto dos Anjos... Enfim, excetuando-se algumas poucas, pouquíssimas “boutades”, repetiu praticamente tudo o que já dissera em entrevistas anteriores”.
Sobre as vezes em que esteve pessoalmente com João Cabral, Sérgio de Castro Pinto diz: “Só o encontrei três vezes: no apartamento do professor Tarcísio Burity, na Associação Comercial de Campina Grande - onde fora pronunciar uma palestra - e, por último, no Centro de Convenções Rebouças (SP). Mas, uma das particularidades de João Cabral residia no fato de, embora revolucionário na poesia, jamais abdicou de sua linhagem ilustre. Daí não perder a oportunidade de, quase sempre, mencionar o seu grau de parentesco com Gilberto Freyre e com Manuel Bandeira”.
Em contrapartida, observa Castro Pinto, João Cabral fingia não reconhecer os muitos poetas de ontem e de hoje que mantêm estreitíssimos laços de parentesco com a sua poesia. “Aliás, registro este fato no meu livro, A Casa e Seus Arredores (...) Na verdade, quando o questionavam a propósito de sua influência sobre os jovens poetas, saía pela tangente. A condição de embaixador fornecia-lhe o pretexto necessário para se omitir sobre o assunto. Vivia longe do Brasil, não tinha acesso aos livros aqui publicados, etc., etc. E num misto de recato e de astúcia, silenciava sobre a nova geração de poetas brasileiros. Inclusive, quando Jomar Moraes Souto (...) disse que com ‘A Bolandeira’ desejara render um tributo à dicção cabralina, o poeta pernambucano fingiu não encontrar nenhuma semelhança entre o texto do paraibano e sua obra. (...) Ao seu modo, quem sabe, talvez quisesse nos alertar dos muitos poetas que já haviam se extraviado nos caminhos que só ele conhecia como a palma da mão e com os ‘dez mil dedos da linguagem’”.
E hoje em dia? João Cabral ainda é uma influência viva para quem vai fazer poesia atualmente? “Eu fecho com Bloom: o novo poeta tem de matar os seus pais. João Cabral é, sim, um duelo fortíssimo para o novo poeta. É impossível fazer poesia hoje, aqui na Paraíba, sem passar por João Cabral”, analisou Hildeberto Barbosa Filho.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Beberibe Mar, Sertão e Gente


Foto Vidal Cavalcanti
Foto Andre Golddman
Foto Andre Goldman
Foto Jarbas Oliveira


Andre Goldman, Dário Gabriel, Jarbas Oliveira, João Justino e Vidal Cavalcante
Beberibe Mar, Sertão e Gente - Andre Goldman, Dário Gabriel, Jarbas Oliveira, João Justino e Vidal Cavalcante
Preço: R$ 20,00
As belas imagens do repórter fotográfico Vidal Cavalcante juntamente com as de outros quatro fotógrafos nordestinos, Andre Goldman, Dário Gabriel, Jarbas Oliveira e João Justino estão reunidas em um livro sobre a vida praiana da população do litoral leste do Ceará. Beberibe - Mar, Sertão e Gente encanta o leitor com as paisagens turísticas, o cotidiano simples e a receptividade calorosa da população local. O livro fez sucesso e teve grande aceitação em eventos de lançamento no município de Beberibe e também em Fortaleza, no Centro Cultural Dragão do Mar. Agora, é a vez de São Paulo. Anote em sua agenda, pois a Editora Omni e a Imã Foto Galeria vão proporcionar aos paulistanos presentes um encontro com Vidal Cavalcante, projeção de imagens e um coquetel, com entrada franca. O autor estará autografando o livro, que será vendido, somente no dia, ao preço promocional de R$ 50,00. Após o lançamento, será comercializado com o valor normal de R$ 80,00. Sobre o livro: São cinco olhares diferentes sobre o mesmo tema. Alguns cenários são recorrentes, como o pescador, as falésias, as dunas, as lagoas. Mas inevitáveis e indispensáveis. O desafio é mostrá-los de modo diferenciado e original. Por isso, os olhares de cinco profissionais da fotografia — André Goldman, Dário Gabriel, Jarbas Oliveira, João Justino e Vidal Cavalcante. É importante observar como cada um delestraduzem imagens a explosão de cores de alguns cenários e a calma, o tom pastel, de outros. A fotografia é fascinante hoje, com o advento dos processos digitais, está acessível a todos. No entanto, o olhar de quem tem na fotografia um meio de realização profissional está sempre além do padrão comum. É possível, claramente, percebermos isso ao lermos nas imagens a riqueza de situações que marcam o cotidiano do povo de Beberibe. Sobre os fotógrafos: Andre Goldman, 28 anos, é fotógrafo há cinco. Há dois anos, atua também como repórter fotográfico. Durante quatro anos, registrou cenas de ações sociais do Grupo Cáritas e, desde 2003, trabalha para o jornal O Povo, de Fortaleza. Em 2005, participou de exposição no festival "Vida e Arte", em Fortaleza. Dário Gabriel, 39, trabalhou nos jornais O Povo e Tribuna do Ceará, em campanhas políticas. Recebeu menção honrosa no Prêmio Nikon de Fotografia 1990/91 e tem participação no livro " Terra da Luz". É repórter free-lancer e chefe do Departamento Fotográfico da Assembléia Legislativa do Ceará. Jarbas Oliveira, 40, trabalha com fotografia desde os 20 anos, e logo depois começou a atuar como repórter fotográfico. Trabalhou para as agências Globo e Estado durante 10 anos e, hoje, trabalha para a agência Folha. Também teve fotos distribuídas pela agência espanhola Efe. Participou da exposição "Quinhentos anos do descobrimento da América", na Alemanha, em 2001 e teve alguns de seus trabalhos publicados no livro"Terra da Luz". João Justino Vieira, 53, é fotógrafo há 38 anos, dos quais 25 têm sido como repórter fotográfico. Trabalhou 20 anos no jornal Diário do Nordeste e cinco anos na revista Manchete, da Bloch Editores. Ganhou três prêmios de Fotografia da Abrajet e um prêmio de Fotografia concedido pela Assembléia Legislativa do Ceará. Vidal Cavalcante, 44, tirou as primeiras fotos ainda menino com a ajuda do avô. Aos 14 anos já era fotógrafo profissional. A oportunidade para atuar como repórter-fotográfico veio nos anos 80. Trabalhou para os dois principais jornais de Fortaleza, O Povo e o Diário do Nordeste, para a agência Folha e para a revista Veja. Hoje, está na agência Estado. http://www.imafotogaleria.com.br/noticias/noticia.php?cdTexto=86

Projeto leva fotografia autoral para municípios paraibanos

Iniciativa incentiva o interesse pela arte fotográfica / Arte: Divulgação

Há mais de 160 anos, minúsculos grãos de prata contribuíram na materialização de imagens, conservando momentos, rostos, sentimentos. É a fotografia que, no decorrer da história, conquistou espaço no cotidiano das sociedades, registrando a vida de indivíduos, grupos sociais e povos, com seus costumes, arte, cultura e manifestações artísticas. Alimentando a fantasia humana de parar o tempo, se consolidou como suporte imprescindível para registrar a história das civilizações.

Com o advento das novas tecnologias, além desse papel fundamental, a fotografia se encontra diante da possibilidade de, também, reinventar essa história, abrindo caminhos, oferecendo oportunidades, resgatando raízes e valorizando o modo de ser e de viver dos diversos povos. É com essa perspectiva que nasceu o projeto “Grãos de Prata”.

Patrocinado pelo Banco do Nordeste do Brasil – BNB e realizado pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB, o Projeto “Grãos de Prata”, coordenado pelo fotógrafo paraibano Gustavo Moura, tem como principal objetivo capacitar habitantes de Pombal, Boqueirão e Coremas – municípios do semi-árido paraibano – para atuar no mercado da fotografia documental e autoral. No período de 27 a 31 de agosto de 2009 o projeto realizará suas ações em Boqueirão; de 15 a 19 de setembro de 2009, em Coremas; e de 30 de setembro a 04 de outubro de 2009, em Pombal.

Nesses municípios, em parceria com as prefeituras locais e o Centro Livre de Arte Popular – CLAP, em Pombal – PB, serão realizadas duas oficinas de fotografia – sendo uma com foco na fotografia documental e autoral e outra no tratamento de imagens, utilizando como referência o programa Photoshop atualizado – perfazendo um total de 6 (seis) oficinas, com 15 (quinze) participantes cada. Acontecerão também outras atividades como mostras fotográficas itinerantes com as quinze melhores fotografias, captadas e reveladas pelos alunos. Depois da abertura, num evento onde serão exibidas num telão, em local público, essas mostras percorrerão as escolas públicas do município, comunidades, associações, cooperativas e outras localidades.

Na abertura de cada mostra itinerante, acontecerá também uma exposição fotográfica de autoria do fotógrafo Gustavo Moura, com o título “Festa de Nossa Senhora do Rosário em Pombal”, nos três municípios, com duração de quatro dias, aberta à comunidade local, com visitações de escolas públicas locais, com público estimado em 3600 pessoas, nas três cidades envolvidas no Projeto.

A partir dessas ações, o Projeto “Grãos de Prata” pretende contribuir significativamente para a inclusão social, por meio da capacitação para o ingresso no mercado da fotografia e do estimulo à expansão desse mercado nas regiões atendidas pelo projeto. Com sua intervenção, o Projeto também responde às exigências do mercado globalizado, com a difusão de novas tecnologias em captação e tratamento de fotografias. No entanto, sua contribuição mais contundente é estimular a formação de profissionais capazes de ter uma postura crítica frente à cultura de massa, comprometendo-se com a preservação e o registro da memória cultural e do patrimônio arquitetônico, histórico e artístico locais, e dispostos a intervir localmente para formar opinião pública nesse sentido. A realização do Projeto “Grãos de Prata” significa um passo à frente na democratização da produção fotográfica paraibana de cunho documental e autoral, interiorizando-a, e promovendo o conhecimento e o interesse pela arte da fotografia nas escolas públicas dos municípios atingidos pelo projeto.
retirado de :http://www.janelacultural.com/?p=2713

O Projeto “Encontros com a Fotografia”-CE

Gustavo prioriza a fotografia autoral / Foto: Naná Gomes
Obra de Gustavo Moura alcançou reconhecimento nacional

Fotógrafos paraibanos ganham destaque em projeto nacional
Obra de Gustavo Moura alcançou reconhecimento nacional



Por Marcelo Soares

O processo criativo de 40 dos principais fotógrafos contemporâneos brasileiros é o tema do projeto “Encontros com a Fotografia”, realizado em comemoração aos 10 anos da Fédération nationale d’achats des cadres (Fnac) no Brasil. O objetivo do projeto é documentar o trabalho de fotógrafos que já expuseram nas Galerias Fnac espalhadas pelo país e o resultado será mostrado em dois livros e um DVD. Entre os paraibanos selecionados, está o fotografo Gustavo Moura que exibiu seu trabalho entre 2005 e 2006.

Segundo Gustavo, o seu livro “Do Reino Encantado” foi o passaporte para ser chamado a expor na Fnac: “É uma loja tradicional, com um trabalho de exposição de fotografias há dez anos, com 40 artistas. Eu participei por volta de 2005 e 2006, quando a curadora na época, Rosely Nakagawa, viu meu livro ‘Do Reino Encantado’ e me chamou para participar. Fazer parte desse grupo deixa agente muito feliz e gratificado, me senti extremamente honrado.”, comenta.

Com quase 40 anos de atividades profissionais no ramo da fotografia, Gustavo sabe bem a dificuldade de se fazer trabalho autoral no Estado. “Você tem que ter muita dedicação, acreditar muito no que faz, e tem que pensar além da Paraíba. Por que aqui os editais são poucos, então é jogar seu trabalho em outros cantos, e eu tenho feito isso durante os anos. Mantendo contato com o meio e a circulação“, ressalta.

Atualmente, um desses projetos mais autorais do fotografo é “Grãos de Prata”, patrocinado pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB). A idéia tem como principal objetivo capacitar habitantes de Pombal, Boqueirão e Coremas para atuar no mercado da fotografia documental e autoral. “Agora em setembro vou viajar para Coremas na segunda parte do projeto, e em Outubro para Pombal”, conta Gustavo. Ele ainda lançará a exposição ”Primeira Luz do Sonho” no Centro Cultural da Justiça do Rio de Janeiro, no próximo dia 22 de Outubro, ficando exposta até janeiro.
Gustavo prioriza a fotografia autoral / Foto: Naná Gomes

Gustavo prioriza a fotografia autoral / Foto: Naná Gomes

O Projeto “Encontros com a Fotografia” entrevistou os artistas nos seus locais de origem e de trabalho, mostrando suas influências, buscando saber como se iniciaram na fotografia e os lugares que elegem para suas imagens. A iniciativa revela o Brasil pelos olhos de quem o registra. Uma prévia do trabalho fílmico pode ser conferido nos links abaixo:


Retirado de :http://www.janelacultural.com/?p=3409

Desenhos e gravuras com a cara do Ceará




27 artistas - Com visitação gratuita das 9h às 18h e prosseguindo em cartaz até o dia 21 de janeiro, a exposição Cagece Mostra o Ceará reúne trinta trabalhos de 27 artistas locais cujo foco recai sobre o regionalismo por meio de gravuras, desenhos e ilustração. Na Galeria Antônio Bandeira/ Centro de Referência do Professor (rua Conde D-Eu, 434 - Centro). Outras informações: 3101 1828.

http://opovo.uol.com.br/diversaoearte/agendacultural/index.html#939524

Encontro dos profetas populares da chuva em Quixadá

foto by O POVO CE
http://opovo.uol.com.br/diversaoearte/


Serão homenageadas algumas personalidades que contribuem para o desenvolvimento da cultura popular

Cultura
07 Jan 2010 - 15h54min
O encontro é conhecido em todo território nacional pela sua importância no resgate da cultura nordestina. Cerca de 30 profetas irão participar da reunião e cada um irá apresentar sua técnica de previsão.

Durante o evento, serão homenageadas, também, algumas personalidades que contribuem para o desenvolvimento da cultura popular do Estado: Auto Filho (Séc. de Cultura do Estado); Alcir Porto (Superintendente do Sebrae); Jonas Sousa (Radialista); Nascimento (Séc. de Turismo de Quixadá) e Domingos Filho (Presidente da Assembléia Legislativa).

O profeta João Ferreira Lima (in memoriam) será o grande homenageado do encontro. O encontro será finalizado com a peça Profetas da Chuva, encenada pela Cia. do Sol (Rio de Janeiro). O evento acontece no sábado, 9, a partir das 8h30min, no Açude do Cedro, em Quixadá.

Veja abaixo a programação completa do evento

Local: Parede do Açude do Cedro (Estrada do Açude do Cedro Km6 - Cedro Novo - Quixadá)

8h30 - Filme sobre a vida dos profetas
9h00 - Abertura
10h00 - Apresentação dos cantadores populares
10h20 - 1º Grupo de Profetas
11h20 - Apresentação dos cantadores populares
11:40 - 2º Grupo de Profetas

Mesa redonda - Profetas, Professores e Estudiosos
Horário: 15h
Local: Fundação Cultural Raquel de Queiroz - Rua José Jucá, 343 Centro - Quixadá
Noite
Espetáculo Teatral - Profetas da Chuva (Cia do Sol - RJ)
Horário: 20h
Local: Fundação Cultural Raquel de Queiroz - Rua José Jucá, 343 Centro - Quixadá

Redação O POVO Online
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A Galeria Gamela João Pessoa PB.

Foto interior da Galeria
Luiz Tanamduba,Alexandre Filho,Wilson Figueiredo,Roseli Garcia,Fred Svendsen,Perci Fragoso. retirado de http://wwwgrupokabra.blogspot.com/2009_11_01_archive.html



Imagem trabalho desenho digital Paulo Vasconcelos



Estando em João Pessoa deparei-me ao lado do hotel, onde me encontrava, com a Galeria Gamela.Bom gosto, obras de arte de artistas renomados da PARAÍBA E PERNAMBUCO, e com um trabalho de ensino das artes plásticas.A mesma tem obras de artista de expressão Nacionalcomo: João Câmara, Miguel Santos, Raul Córdula, Samico e Flávio Tavares entre outros.Também a mesma Galeria recentemente lançou a obra:Fontes da Artes Visuais na Paraíba, nos arquivos da Imprensa de Gabriel Bechara e Rosires Andrade.Vale a Pena Conhecer.
transcrevo abaixo algumas das inofrmações da Galeria tomada do seu site.
http://www.shoppingpb.com/galeriagamela/agaleria.asp


A Galeria Gamela foi fundada no dia 22 de Maio de 1980, às 17h, pelo casal Altemir de Brito Garcia e Roseli de Carvalho Garcia. Sua primeira sede foi na rua Desembargador Souto Maior, numa casa com forro de madeira em forma de gamela, daí a origem do nome. Habitou esse endereço apenas três meses. Logo após, tornou-se residente da rua Almirante Barroso, 144, Centro, na margem leste do coração da cidade, imediações da Lagoa, próximo ao Parque Sólon de Lucena, onde, num casarão antigo do início do século passado, permanece até hoje.

Sua função é divulgar os artistas da terra, como também de outros Estados e até mesmo de outros países, como constam em seus registros as Mostras vindas da Alemanha, Suécia, Estados Unidos e Portugal.

Seu espaço tem abrigado reuniões de artistas e cursos de arte oferecidos para a comunidade em geral, como também abre espaço para lançamentos de livros. Constantemente recebe escolas da rede de ensino estadual, municipal, universitária e escolas particulares, demonstrando assim, estreito compromisso com a arte e a educação da comunidade paraibana.

Marchands:Altemir e Roseli Garcia

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Festival de Cultura Popular do Cariri Paraibano movimentará cidade de Monteiro

O evento homenageará a pifeira Zabé da Loca, uma das principais referências da região no gênero artístico popular / Foto: Divulgação

RETIRADO DE -http://www.janelacultural.com/?p=5816



A Prefeitura Municipal de Monteiro, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, divulgou a programação oficial do Festival de Cultura Popular do Cariri Paraibano – Zabé da Loca. O evento acontecerá entre os dias 13 e 17 de janeiro, na Praça João Pessoa, no centro da cidade. A estrutura a ser montada deverá ter espaço com tendas para artesanato, gastronomia, palco para apresentações culturais e tenda para as artes circenses. As oficinas de pífano, coco de roda e percussão acontecerão no prédio do PETI, localizado na Vila Santa Maria.

Para a prefeita Edna Henrique, a realização do Festival de Cultura Popular vem consolidar os investimentos na valorização do artista popular do município, através de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento turístico-cultural de Monteiro. “Os nossos artistas, em especial, os que estão integrados no conjunto de cultura popular tem muito que comemorar com a realização deste evento, que vem valorizar e consolidar ações de investimentos na cultura da nossa cidade. Além de levar o nome da pifeira Zabé da Loca, nosso ícone de cultura popular da região do Cariri”, disse Edna.

O evento contará com várias atrações musicais, violeiros, bandas de pífano, mazurca e coco de roda. O Festival será realizado pela Prefeitura de Monteiro, com patrocínio do Banco do Nordeste e Governo Federal, além de parcerias com SEBRAE, UEPB, IFPB, Projeto Dom Helder, EMBRAPA e Projeto Vínculus. Veja abaixo a programação completa:

Dia 13 – Quarta-feira

08h00 Abertura Oficial do Evento (Prefeitura Municipal de Monteiro)

08h30 Oficinas

09h00 Abertura da Exposição do Chargista Fred Ozanan – Rio de Lágrimas: Uma visão muito seca do Nordeste (Museu Histórico de Monteiro)

14h00 Palestra: Cultura Popular nas Escolas, com Emilsom Ribeiro, representante do CPC de João Pessoa.

16h00 Palestra: Cultura Popular e Folclore, com antropólogo Ricardo Gomes Lima, representante do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular.

20h00 Tenda da Esperança – Cia de Artes da Jubalite

Pedro Aboiador (Zabelê)

João da Gaita e Bereta (Monteiro)

Coco de Roda da Mestre Midinha (Congo)

Homenagem a Zabé da Loca

Sandra Belê

Dia 14 – Quinta-feira

08h00 Oficinas

15h00 Palestra: Cultura do Repente, com Oliveira de Panelas (Teatro Jansen Filho)

20h00 Tenda da Esperança

Banda Pífano Pio XI (Sumé)

Reisado (Zabelê)

Banda Pífano Alto do Alto São Vicente (Monteiro)

Oliveira de Panelas

Banda Filarmônica Maestro Sebastião de Oliveira Brito

Dia 15 – Sexta-feira

08h00 Oficinas

15h00 Palestra: Luiz Carlos Vasconcelos (Teatro Jansen Filho)

20h00 Tenda da Esperança

Banda de Pífano Jabitacá (São Sebastião do Umbuzeiro)

Carlinhos da Prata e Zé do Jabitacá

Orquestra Sanfônica

Espetáculo Teatral: Silêncio Total – Está Chegando um Palhaço, com Luiz Carlos Vasconcelos

Niedson Nill

Dia 16 – Sábado

08h00 Oficinas

15h00 Palestra: Cariri Ontem e Cariri Hoje, com Pedro Nunes Filho (Biblioteca Municipal)

20h00 Tenda da Esperança – Cia de Artes da Jubalite

Bacamarteiros (Congo)

Coco de Roda Quitéria Noberto (Monteiro)

Mazurca (Monteiro)

Zabé da Loca

Biliu de Campina

Forró Pé de Serra – Curió e os Cabra

Dia 17 – Domingo

09h00 Visita a Loca de Zabé

20h00 Mostra de Cinema

Redação: Equipe Janela Cultural, com informações da Assessoria

Tags: Festival de Cultura Popular do Cariri Paraibano, monteiro, Música, zabé da loca

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Ariano Suassuna


Ariano Suassuna (A. Vilar S.), advogado, professor, teatrólogo e romancista, nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, PB, em 16 de junho de 1927. Eleito em 3 de agosto de 1989 para a Cadeira n. 32, foi recebido em 9 de agosto de 1990, pelo acadêmico Marcos Vinicius Vilaça.


É filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna e de Rita de Cássia Dantas Vilar Suassuna. Contava pouco mais de três anos de idade quando seu pai, que governava o Estado no período de 1924 a 1928, foi assassinado no Rio de Janeiro em conseqüência da cruenta luta política que se desencadeou na Paraíba às vésperas da Revolução de 1930. Nesse mesmo ano, D. Rita Vilar Suassuna, que se vira obrigada pela alta de segurança reinante em seu Estado a mudar-se para Pernambuco, transferiu-se com os nove filhos do casal para o sertão paraibano, indo instalar-se na Fazenda Acahuan, de propriedade da família, e depois na vila de Taperoá, onde Ariano Suassuna fez os estudos primários.

A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com os temas e as formas de expressão artística que viriam mais tarde constituir seu universo ficcional ou, como ele próprio o denomina, seu "mundo mítico". Não só as estórias e casos narrados e cantados em prosa e verso foram aproveitados como suporte na plasmação de suas peças, poemas e romances. Também as próprias formas da narrativa oral e da poesia sertaneja foram assimiladas e reelaboradas por Suassuna. Suas primeiras produções - publicadas nos suplementos literários dos jornais do Recife, quando o autor fazia os estudos pré-universitários no Colégio Osvaldo Cruz singularizavam-se pelo domínio dos ritmos e metros cristalizados na poética nordestina.

Em 1946, ao ingressar na Faculdade de Direito do Recife, Ariano Suassuna ligou-se ao grupo de jovens escritores e artistas que, tendo à frente Hermilo Borba Filho, Joel Pontes, Gastão de Holanda e Aloísio Magalhães, acabavam de fundar o Teatro do Estudante Pernambucano. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma mulher vestida de sol, que obteve o primeiro lugar em concurso de âmbito nacional promovido pelo TEP (Prêmio Nicolau Carlos Magno). No ano seguinte, especialmente para a inauguração da Barraca, o palco itinerante do TEP, escreveu Cantam as harpas de Sião, peça totalmente refundida anos depois com o título de O desertor de Princesa. A esses dois ensaios iniciais seguiu-se a peça Os homens de barro (1949), em que as inquietações espirituais exacerbaram os processos expressionistas empregados na primeira versão de Cantam as harpas de Sião. As mesmas inquietações estiveram presentes em duas outras peças, Auto de João da Cruz, que recebeu o Prêmio Martins Pena em 1950, e Arco desolado (menção honrosa no concurso do IV Centenário da Cidade de São Paulo, 1954).

Após formar-se na Faculdade de Direito, em 1950, passou a dedicar-se também à advocacia. Mudou-se de novo para Taperoá, onde escreveu e montou a peça Torturas de um coração, em 1951. No ano seguinte, voltou a residir em Recife. São dessa época O castigo da soberba (1953), O rico avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro". Encenado, em 1957, pelo Teatro Adolescente do Recife no Festival de Teatros Amadores do Brasil realizado no Rio, o auto conquistou a medalha de ouro da Associação Brasileira de Críticos Teatrais. Sucesso permanente de público e de crítica, o Auto da Compadecida está hoje incorporado ao repertório internacional, traduzido e representado em espanhol, francês, inglês, alemão, polonês, tcheco, holandês, finlandês e hebraico.

Em 1956, Ariano Suassuna abandonou a advocacia para tornar-se professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco. No ano seguinte, foi encenada a sua peça O casamento suspeitoso, em São Paulo, pela Cia. Sérgio Cardoso, e O santo e a porca; em 1958, foi encenada a sua peça O homem da vaca e o poder da fortuna; em 1959, A pena e a lei, premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.

Em 1959, em companhia de Hermilo Borba Filho, fundou o Teatro Popular do Nordeste, que montou em seguida a Farsa da boa preguiça (1960) e A caseira e a Catarina (1962). No início dos anos 60, interrompeu a bem-sucedida carreira de dramaturgo para dedicar-se às aulas de Estética na UFPe.

Foi membro fundador do Conselho Federal de Cultura (1967) e nomeado, pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPe (1969). Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o "Movimento Armorial", interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto "Três Séculos de Música Nordestina do Barroco ao Armorial" e com uma exposição de gravura, pintura e escultura.

Entre 1958-79, dedicou-se também à prosa de ficção, publicando o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971), laureado com o Prêmio Nacional de Ficção conferido em 1972 pelo Instituto Nacional do Livro; e história d’O rei degolado nas caatingas do serão/Ao sol da onça caetana (1976), classificados por ele de "romance armorial-popular brasileiro".

Obra TEATRO: Uma mulher vestida de sol (1947; publicada em 1964); Cantam as harpas de Sião, ou O desertor de Princesa (1984); Os homens de barro (1949); Auto de João da Cruz (1950); Torturas de um coração, peça para mamulengos (1951); O castigo da soberba, entremês popular (1953): O rico avarento, entremês popular (1954); Auto da Compadecida (1955; publicada em 1957); O casamento suspeitoso (1957; publicado em 1961); O santo e a porca (1957; publicada em 1964); O homem da vaca e o poder da fortuna, entremês popular (1958); A pena e a lei (1959; publicada em 1971); Farsa da boa preguiça (1960; publicada em 1973); A caseira e a Catarina (1962); O santo e a porca. O casamento suspeitoso (1974).

FICÇÃO: Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971); História d’O Rei Degolado nas caatingas do sertão (1977).
POR http://www.biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://www.biblio.com.br/conteudo/biografias/arianosuassuna.htm
OUTRAS: É de tororó, em colaboração com Capiba e Ascenso Ferrera (1950); Ode (1955); Coletânea da poesia popular nordestina (1964); Iniciação à estética, teoria literária (1975); O Movimento Armorial (1974); Seleta em prosa e verso (contendo quatro peças inéditas). Organização, estudo e notas do prof. Silviano Santiago (1975).

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Virgolino, o cangaceiro das flores





Marcando o início das homenagens pelos 80 anos de nascimento do pintor pernambucano Wellington Virgolino de Souza, morto em 1988, foi lançada, na Livraria Saraiva, o lançamento da publicação “Virgolino, o Cangaceiro das Flores”, do escritor, gravador e desenhista Wilton de Souza.

O livro foi lançado no Espaço Cultural Manoel Bandeira, da Livraria Saraiva Mega Store do Shopping Center Recife. Em cerca de 150 páginas, o autor percorre a trajetória artística e pessoal de Wellington Virgolino, que viveu entre 1929 e 1988.

Fruto de um ensaio escrito por Wilton de Souza, “O Cangaceiro das Flores” foi premiado pelo 45° Salão de Artes Plásticas de Pernambuco. Com prefácio do pintor e escritor premiado Marcos Cordeiro, a publicação ganha edição da pernambucana Grupo Paés.

Para escrever “O Cangaceiro das Flores”, Wilton de Souza pesquisou durante seis meses após a morte de Virgolino. No material reunido, há ainda escritos deixados pelo próprio artista; análises e comentários feitos sobre seu trabalho por escritores, poetas e críticos de arte como Walmir Ayala, Gilberto Freyre, Frederico Morais, Jaime Torban, Jacob Klintowitz, Ladjane Bandeira, João Câmara, Celso Marconi, Hermilo Borba Filho, entre outros; além do registro da memória do próprio Wilton de Souza, que vivenciou intensamente com o irmão o universo pessoal e o artístico. A mistura entre as “memórias” resulta numa narrativa em tom autobiográfico.

ARTISTA
Wellington Virgolino de Souza ou W. Virgolino como assina suas telas, nasceu no Recife, no dia 19 de setembro de 1929, no bairro de Casa Amarela. Aventurou-se como desenhista, gravador e escultor. Mas foi na pintura desenvolveu e amadureceu sua arte.

Autodidata e observador voraz do cotidiano, Welington Virgolino ficou conhecido pela pintura de dimensões estilizadas, apresentando certas deformações nos corpos das figuras humanas e dos elementos que compunham a tela.

Auto denominado de “modernista/figurativo”, retratava gente do povo, operários de construção e as expressões do sentimento de cada personagem; mostrando as frustrações e os sofrimentos da vida precária do trabalhador brasileiro, eternizado em personagens como “Os calceteiros”, “Calungas de Caminhão” e “Operários”. Assim como não deixou de registrar as invenções e reinvenções da infância, ainda com ênfase em seus questionamentos sociais, através de suas crianças.
by O Globo Leia Mais lá http://bit.ly/82P0sO

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