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domingo, 6 de dezembro de 2009

SEMINARIO REGIONAL SOBRE TRAFICO ILICITO Y RESTITUCION DE BIENES CULTURALES

by El clarin Revista Ñ



Destacan el rol del Estado como tutor del patrimonio cultural

El Seminario Regional sobre Tráfico Ilícito y Restitución de Bienes Culturales en América Latina que, organizado por la Cancillería y la Secretaría de Cultura de la Nación, comenzó el lunes y termina hoy. Los expertos también señalaron la importancia de la cooperación mundial.

Por: Sabina Forella
ESPECIAL PARA CLARIN

MASCARA. Perteneció al pueblo Tafí, y salio ilegalmente del país.

No alcanza con obligar a una comunidad a que proteja su patrimonio cultural, sino que hay que motivarla a que se sienta identificada con esos testimonios materiales o inmateriales, que la distinguen de otras, y que definen su memoria y su esencia", sostuvo Giuseppe Proietti, secretario general del Ministerio de Bienes y Actividades Culturales de Italia. El funcionario fue el orador principal del Seminario Regional sobre Tráfico Ilícito y Restitución de Bienes Culturales en América Latina que, organizado por la Cancillería y la Secretaría de Cultura de la Nación, comenzó el lunes y termina hoy.

El encuentro convocó a representantes de más de diez países de Latinoamérica, Italia y Francia, y se desarrolló en medio de oradores preparando sus ponencias, varios idiomas interactuando en las charlas de café, recomendaciones para ir al teatro a ver el musical "Piaf" e invitaciones a bailar tango.

En general, los disertantes coincidieron en señalar el rol del Estado como tutor del patrimonio cultural de un país, la importancia de la cooperación internacional para prevenir el intercambio ilegal de bienes y la necesidad de una legislación aplicada.

Giusseppe Proietti destacó la necesidad de incluir, desde las primeras etapas del sistema educativo, la valoración del patrimonio. "Es la forma en la que un pueblo se reconoce, contiene su identidad y distingue las fases de su desarrollo", definió. A la vez, el funcionario italiano subrayó la importancia de que el Estado desarrolle legislación aplicada al tema y de que, a través de instituciones especializadas, se haga cargo de la tutela de lo que es considerado patrimonio de cada país, tal como se estableció en la Convención para prohibir el tráfico ilícito de bienes culturales de la UNESCO, que data del año 1970. Sin embargo, sostuvo que mientras las leyes no estén desarrolladas ampliamente, los acuerdos internacionales consensuados pueden suplir ese vacío.

Proietti vinculó el gran desarrollo que tiene el tutelaje estatal en Italia con la estratificación de su cultura: "La Roma clásica, el Renacimiento, los pequeños Estados que actualmente constituyen la República, habitaron la misma tierra y se descubren en cada pueblito. Por pequeña que sea una comunidad, la iglesia, el palacio o el castillo se constituyen en polos que nuclean a todos sus habitantes y que los hacen sentirse propios de ese lugar".

En cuanto a la situación latinoamericana, el funcionario hizo referencia a las conquistas española y portuguesa como causas de que el patrimonio autóctono se viera opacado, o al menos intervenido por las tradiciones europeas, y señaló la necesidad de revalorizarlo. Por otro lado, enfatizó en las posibilidades económicas que, por la vía de la explotación turística, abren una preservación adecuada del patrimonio. Para cerrar, volviendo a la problemática general del seminario, Proietti remató: "No es justo que el habitante de un país no pueda ver su propio patrimonio cultural, que le permite reconocerse en el mundo. Hay que desarrollar métodos cada vez más incisivos contra el tráfico ilícito".

Míriam Alves e a literatura Afro-brasileira



O Café Colombo deste domingo entrevista a escritora Míriam Alves, uma das principais vozes da literatura afro-brasileira com obra publicada em vários países. Ela esteve recentemente na Universidade de Illinois para uma série de palestras e foi entrevistada na Casa Latina por Renato Lima e o poeta Narlan Teixeira. Na entrevista, Míriam fala sobre o negro na literatura, o trabalho de Solano Trindade e ainda lê alguns dos seus poemas. A conversa foi gravada no dia 20 de novembro, que marca o Dia da Consciência Negra no Brasil.

http://www.cafecolombo.com.br

sábado, 5 de dezembro de 2009

Premiação de3 personalidades ligadas artes e a educação, realizada ontem à noite no Cine Bangüê do Espaço Cultural J. Lins do Rego, a 18ª Noite JP.PB

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Com a premiação de três personalidades ligadas artes e a educação, realizada ontem à noite no Cine Bangüê do Espaço Cultural José Lins do Rego, a 18ª Noite da Cultura, numa promoção do Governo do Estado, através do Conselho Estadual de Cultura, numa realização da Secretaria de Educação e Cultura e da Subsecretaria de Cultura. O governador esteve presente

Os homenageados foram o artista plástico Flávio Tavares, com o Prêmio Estadual de Cultura, e menção honrosa para a professora Célia Carvalho e o cronista Luiz Augusto Crispim (in memoriam). Ao final teve concerto da Orquestra Sinfônica da Paraíba, regida pelo maestro Sacha Burity Mandl, que veio especialmente dos EUA para este evento cultural.

O governador destacou a escolha dos homenageados e disse que o evento significava um compromisso do Governo do Estado para com a cultura. Sobre a recuperação do Espaço Cultural, que passará por obras de recuperação. O secretário da Educação e Cultura, Francisco Sales Gaudêncio lembrou que há seis anos a Noite da Cultura, criada nos anos 70, não se realiza.

by Jornal Uniião JP PB http://bit.ly/7AGlsS



sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Rubem Fonseca lança "O seminarista"


http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/11/06/e061121319.aspRubem Fonseca Foto: Zeca

Alvaro Costa e Silva, Jornal do Brasil

RIO - O narrador de O seminarista, mais recente romance de Rubem Fonseca que chegou ontem às livrarias, é um matador de aluguel que decide jogar a Beretta e a Glock na Baía de Guanabara. Ex-seminarista – daí o título – na verdade é conhecido no métier como o Especialista: mata sempre com um teco na cabeça. Vive citando brocardos, axiomas e sentenças latinas. No original. Dá-lhe Horácio, Cícero, Virgílio, Petrarca, Plínio o Velho, Santo Agostinho, Propércio e outros menos cotados.

O personagem – cujo nome de batismo é José, mas gosta de ser chamado apenas de Zé, como Zé Rubem, que é como os amigos mais íntimos tratam o escritor – vai descobrir que não é assim tão fácil se aposentar. Também grande admirador de poesia – dá-lhe Pessoa, Drummond, Bandeira, Gullar, Dickinson, Blake, Frost, Ahkmatova – vale-se de Camões para explicar a decisão de não mais cometer assassinatos: “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. Para convencer-se de vez, apela para Sêneca: “Alia tentanda est via” (“Deve-se procurar outro caminho”).

O problema é que é muito difícil mudar de vida – ou de estilo. Tanto para o Especialista quanto para Rubem Fonseca. O seminarista é o décimo primeiro romance do autor, primeiro a ser lançado pela Agir. O leitor fiel pode ficar descansado: a mudança de editora – deixou por razões ainda não explicadas a Companhia das Letras em maio deste ano – não modificou em nada o escritor. Continua o mesmo, para o bem e para o mal. Não falta nem o anão.

Mão firme

Na estrutura, o romance é puro Fonseca que, aos 85 anos, mantém a mão firme na tensão narrativa. Numa espécie de overture, o personagem em primeira pessoa descreve a sua função na vida – “O Despachante diz quem é o freguês, me dá as coordenadas e eu faço o serviço” – seu método e as circunstâncias em que abateu suas vítimas. Na média, dá um cadáver a cada duas páginas, edição picotada, como se estivéssemos num filme de Martin Scorsese. Pena que depois, quando o Especialista é obrigado a voltar à ativa, mais pareça um blockbuster estrelado por Jason Statham, aquele careca troncudinho.

A edição de O seminarista – que, assim como todo o restante da obra de Fonseca a sair pela Agir, tem coordenação do jornalista Sérgio Augusto, amigo do escritor – não nega a raça do romance: a capa é bem pulp, uma pistola em primeiro plano, e a quarta capa convida o leitor com o seguinte trecho: “Coloquei sob a camisa a minha Beretta com silenciador e toquei a campainha da casa do freguês. Para sorte minha quem abriu a porta foi Papai Noel. 'Entra, entra', ele disse, 'feliz Natal!'. 'Faz Ô! Ô! Ô! pra mim', pedi, enquanto constatava a berruga ao lado do nariz. 'Ô! Ô! Ô!”, ele fez. Dei um tiro na sua cabeça. Sempre dou um tiro na cabeça”.

Matador mulherengo

Além de cinema e literatura, Zé, o matador, gosta de mulheres. Tanto que até reluta em matá-las. Também gosta de rock no MP3, de bacalhau à Gomes de Sá e dos crioulos do Vasco da Gama de 1923, mas são amores menores perto das mulheres.

Nisso não é diferente de outros personagens fonsequianos, em especial o advogado Mandrake, para quem a visão de uma mulher bonita é sempre uma epifania. Zé é magro e feio, como faz questão de frisar. Será que tem a cabeça como se tivesse sido amassada num torno como a de Jason Statham? Pouco importa: o sucesso com o femeaço é garantido. Vamos aqui dar um verniz científico à coisa, como num romance do próprio Fonseca, que adora essas digressões eruditas. Segundo os erotologistas, o homem mulherengo é quase sempre magro, moreno, piloso, prematuramente calvo, sólido e resistente sob uma fragilidade aparente. Um provérbio inglês manda o seguinte: “A lean dog for a bitch” (“Um cão magro para uma cadela”). Ao menos nos relatos do escritor mineiro, as mulheres confirmam.

Ao contrário do último livro publicado pelo autor na Companhia das Letras (O romance morreu, reunião de crônicas que saíram na internet), o romancista Rubem Fonseca não morreu. O seminarista não é tão bom quanto O caso Morel, A grande arte, Bufo & Spallanzani, Vastas emoções e pensamentos imperfeitos, Agosto. Mas também não é um O selvagem da ópera, O doente Molière ou Diário de um fescenino. Digamos que fique à altura de Mandrake, a bíblia e a bengala. “Aequiparat factum nobile velle bonum” ( “A boa vontade supre a obra”).

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"Povo sem cultura é povo sem alma"Mestro Dudamel



00h00m

CRISTIANO PEREIRA
retirado j de noticias pt

Maestro Gustavo Dudamel esteve em Lisboa para dirigir estreia mundial da Orquestra Juvenil Ibero-Americana.

O consagrado maestro Gustavo Dudamel esteve em Lisboa para dirigir a estreia da nova Orquestra Juvenil Ibero-Americana. O fenómeno venezuelano deixou um alerta: "É preciso levar a música às comunidades que não têm acesso a ela".

"Há muita gente que não sabe o que é a arte porque não tem acesso a ela, e um povo sem cultura é um povo sem alma", apontou Gustavo Dudamel, ontem, ao início da noite, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, em Lisboa.

O maestro venezuelano, de 28 anos, verdadeira estrela da nova geração no circuito da música clássica, regressou a Lisboa para dirigir as duas primeiras actuações da Orquestra Juvenil Ibero-Americana, uma formação recém-criada e que reúne mais de 120 jovens músicos (dos 18 aos 28 anos) oriundos de diversos países da América Latina, de Espanha, de Portugal (oito músicos) e, até, de Andorra.

A orquestra é a primeira actividade visível do programa Iberorquestras, da Secretaria-Geral Ibero-Americana e que, segundo palavras de Ernesto Iglesias, secretário-geral das Cimeiras Ibero Americanas, pretende ser "um projecto multilateral de cooperação técnica e financeira para incentivar o desenvolvimento musical, especialmente entre crianças e jovens de médios e escassos recursos e em situação de risco social".

Há já vários dias que os bilhetes do grande auditório da Fundação Gulbenkian para a estreia da orquestra tinham esgotado. Ontem, minutos antes da actuação, os seus estrategas subiram ao palco para uma breve apresentação do projecto.

Entre eles, estava o maestro José António Abreu, fundador do "El Sistema", método pedagógico que em poucos anos pegou em 300 mil crianças carenciadas da Venezuela e fez de muitos deles alguns dos melhores jovens instrumentistas da música clássica no planeta.

É, pois, uma referência mundial a nível de pedagogia musical e não foi à toa que ontem lá esteve presente: o programa Iberorquestras analisa e toma como referência as experiências desenvolvidas com êxito no Sistema Nacional de Orquestras Infantis e Juvenis da Venezuela.

Ontem, Ernesto Iglésias teceu rasgados elogios a José António Abreu, "o grande inspirador, criador e mentor".

Gustavo Dudamel foi ainda mais longe: "Não me canso de dizer que ele é um anjo por ter criado todo este mundo e universo gigante, não só no nosso país, porque tem sido inspirador em toda a parte", frisou o jovem maestro, citando exemplos como "os focos deste sistema que já existem na Escócia, na Alemanha ou em Los Angeles, Estados Unidos. Isso quer dizer que a mensagem está a chegar", rematou Dudamel.

Portugal não é excepção. A própria Fundação Calouste Gulbenkian tem vindo a erguer, nos anos mais recentes, o projecto das Orquestras Juvenis Geração junto de jovens e crianças de bairros problemáticos das periferias de Lisboa. Já existem três orquestras e outras seis estão prestes a germinar, seguindo o exemplo da "utilização do ensino da música como meio para favorecer a inclusão social".

A nova Orquestra Juvenil Ibero-Americana actuara, anteontem, perante os líderes políticos da Cimeira Ibero-Americana, no Estoril. Ontem, na Gulbenkian, repetiram o programa, com obras de Inocente Carreño ("Margariteña"), Manuel de Falla ("O chapéu de três bicos") e Tchaikovsky ("Sinfonia nº5"). Antes, os mais de 120 músicos estiveram quase duas semanas em intensos ensaios em Pilas, perto de Sevilha, Espanha. Hoje, actuam em Madrid.

ARQUITETO ANSELMO DANTAS VISITA SÃO PAULO ASSINA CONTRATOS E VAI A BIENAL


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O arquiteto, e pesquisador Paraibano, ANSELMO DANTAS, está a São Paulo para assinar contratos de obras, aproveita para ir a Bienal e Casa Cor, encontrando-se com amigos pesquisadores na área de Artes, e comenta sobre políticas públicas sobre Patrimônio Histórico no Brasil e no Mundo, face suas viagens de pesquisas entre América Latina , Europa e os EUA..

O arquiteto tem obras espalhada no país e, sobretudo, em C.Grande,sua terra natal, e também João Pessoa, capital de seu estado.Além de seu escritório de Projetos e Atelier em Campina Grande-PB, trabalha com a Prefeitura de sua cidade.
Anselmo tem uma obra grande e passando pelas Artes Plásticas, com esculturas e colagens


Fotógrafo usa alimentos para recriar símbolos de Londres


monumentos de Londres feitos com comida

Carl Warner usou 26 frutas, legumes e verduras no projeto

by BBC Brasil visite..http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091116_londrescomida_fp.shtmlO fotógrafo britânico Carl Warner, famoso por compor cenários feitos apenas com alimentos, revelou sua mais nova obra: uma versão comestível dos maiores símbolos de Londres.

Warner usou 26 frutas, legumes e verduras para recriar locais icônicos da capital britânica, como a Torre de Londres, a catedral de Saint Paul, o Big Ben e a roda gigante London Eye.

A imagem foi encomendada pelo canal de TV britânico Good Food para divulgar o lema “a gente se diverte com comida”.

Durante três semanas, Warner contou com a ajuda de cinco profissionais que o ajudaram a construir a grande maquete feita de comida.

O maior desafio da equipe foi manter a aparência dos alimentos para que parecessem frescos na foto final. Outro dilema foi escolher a fruta, o legume ou a verdura correta para traduzir a grandeza dos principais símbolos da cidade.

Na foto, os relógios do Big Ben foram substituídos por rodelas de limão, uma melancia ganhou a forma da cúpula da catedral de Saint Paul e os pilares da Torre de Londres foram montados com baguetes.

No início do ano passado, Warner criou as chamadas "foodscapes" (união das palavras food - alimentos - e landscape - paisagem) mostrando cavernas submarinas, florestas, praias ao pôr do sol e até cachoeiras feitas de frutas, legumes, queijos, frios e massas, entre outros.

Um dos obejtivos de seus projetos é promover uma alimentação mais saudável entre as crianças.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

ESCULTURAS DE FUMAÇA

Formado em engenharia elétrica, o turco Mehmet Ozgur se dedica à fotografia como hobby. Seu mais recente trabalho reúne 'esculturas' feitas com fumaça (Fotos: www.Mehmet-Ozgur.com)
RETIRADO BBC BRASIL http://bit.ly/4WXIKs-leia mais lá
Fotógrafo cria 'esculturas' de fumaça

Formado em engenharia elétrica, o turco Mehmet Ozgur se dedica à fotografia como hobby. Seu mais recente trabalho reúne 'esculturas' feitas com fumaça (Fotos: www.Mehmet-Ozgur.com)
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O engenheiro elétrico turco Mehmet Ozgur adotou a fotografia como hobby e agora se dedica a registrar "esculturas" de fumaça.

Ele fotografa várias formas de fumaça e, ao sobrepor as imagens, obtém as figuras desejadas.

Radicado nos Estados Unidos, Ozgur conta que utiliza incensos e nitrogênio líquido para obter a fumaça.

Suas obras são vendidas em seu site por cerca de US$ 100 (pouco mais de R$ 170).

Envie por e-mail Versão para im

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Galeria Fernando Santos ou o caleidoscópio contemporâneo




por Lusa27 Novembro 2009 DIÁRIO DE NOTICIAS PT


A Galeria Fernando Santos, Porto, apresenta uma exposição composta por artistas fundamentais na arte portuguesa contemporânea. Patente de 7 Novembro a 23 Dezembro 2009.

Exposição constituída por artistas contemporâneos de referência na arte portuguesa contemporânea, desde a referência da Neo-vanguarda, com trabalhos entre neo-figuração e Pop Arte, com Nikias Skapinakis e Jorge Martins, passando pela arte conceptual, pela escultura e instalações de Pedro Cabrita Reis e Rui Sanches, passando por Pedro Portugal, Gerardo Burmester, Manuel Botelho, José Loureiro, Pedro Quintas e Avelino Sá. Artistas da Galeria, um caleidoscópio da estética das artes plásticas e suas contaminações disciplinares e técnicas da arte contemporânea em Portugal.

sábado, 28 de novembro de 2009

V Mostra de Dança Afro movimenta Armazém 14

imagem sapo pt
V Mostra de Dança Afro movimenta Armazém 14
Publicado em 27.11.2009, às 08h37
Do JC Online

Cerca de 700 estudantes de 30 escolas da rede municipal de ensino do Recife participarão, neste sábado (28), da V Mostra de Dança Afro das Escolas da Rede Municipal do Recife.

O evento, que acontecerá das 9h às 18h, no Armazém 14 (Recife Antigo), é realizado em parceria entre o Grupo de Trabalho em Educação das Relações Etnicos-Raciais (GTERÊ) e a Gerência de Animação Cultural (GAC).

A mostra integra as ações dos Grupos Culturais de dança do Programa de Animação Cultural, que tem a coordenação do Gerente de Grupos Culturais, Genivaldo Francisco.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

BUENOS AIRES RESPIRA AINDA ARTE


SÃO NAS RUAS , PRAÇAS, LOJAS CARTAZES E BANNERS.
A CIDADE É COMO SE FORA MINHA SEGUNDA CASA.
CHAMOU-ME ATENÇÃO UM JORNAL DE POESIAS GUACHA.
FIQUEM ATENTOS, BOM, MUITO BOM

CORPO, MAR E FACA - POESIA - PAULO VASCONCELOS -

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