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terça-feira, 5 de novembro de 2013
ATELIÊ DA LEITURA".
Ciclo de palestras sobre literatura e o Brasil contemporâneo.
Francisco Bicudo,Fabio Silvestre, Paulo Vasconcelos e Whaner Endo - ao juntar as afinidades e as paixões pelas letras criamos finalmente:
"ATELIÊ DA LEITURA".
São três palestras, contemplando gêneros diferentes: "Triste fim de Policarpo Quaresma" Lima Barreto-(romance), "Marighella" (biografia)Mario Gomes e "O cão sem plumas"João Cabral de M. Neto (poesia). No encontro final, um sarau de confraternização, para fechar em grande estilo. Porque o ano não poderia chegar ao fim sem esse ATELIÊ.
Todas as informações estão no site indicado (anexo). Pedimos compartilhar a tarefa de divulgação, nosso muito obrigado. Esperamos encontrar vocês por lá.
Será um prazer.
Roda de Cultura - Ateliê de Leitura #1
whaner.wix.com
Ciclo de palestras sobre literatura e o Brasil contemporâneo.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Fotobiografia traz detalhes da história do escritor Antonio Callado POR JC RECIFE
A trajetória do escritor Antonio Callado (1917-1997), um dos mais importantes autores da literatura brasileira na segunda metade do século 20, está documentada em uma fotobiografia lançada na tarde desta quinta-feira (24) na Academia Brasileira de Letras (ABL), no centro do Rio de Janeiro. Com mais de 450 páginas, o livro traz detalhes e fatos pouco conhecidos sobre a obra de Callado, em depoimentos, histórias, fotos e outros registros.
A obra foi organizada pela jornalista Ana Arruda Callado, viúva do escritor, que também teve intensa atuação jornalística a partir de 1937. Durante a 2ª Guerra Mundial, Antonio Callado trabalhou no serviço brasileiro da BBC e, após o conflito, na Radiodifusão Francesa. De volta ao Brasil, foi redator-chefe do Correio da Manhã e redator do Jornal do Brasil.
“Com a fotobiografia, sei que meu compromisso com a memória dele está honrado. Publicado o livro, eu me divorcio definitivamente de Antonio Callado. Que outros cuidem dele a partir de agora”, disse Ana Arruda. “Quando nos conhecemos, ele era viúvo, tinha três filhos e uma história. Aceitava seus silêncios. Callado não falava nada sobre seus projetos”.
Antonio Callado escreveu nove romances, entre eles Quarup (1967), Bar Don Juan (1971) e Reflexos do Baile (1976), todos tendo como tema a realidade política e social do Brasil nas décadas de 50 a 70. Sua obra literária compreende ainda seis livros de reportagem (um deles póstumo), sete peças de teatro, um livro de contos e uma biografia, além de uma letra de samba. Em 1994, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.
Engajado na luta por uma sociedade mais justa e igualitária, Callado escreveu no início dos anos 60, a partir de uma viagem a Pernambuco, uma reportagem sobre as Ligas Camponesas, movimento de trabalhadores rurais liderado por Francisco Julião. A matéria acabou resultando no livro Os Industriais da Seca e os Galileus de Pernambuco.
Na mesma época, escreveu também Tempo de Arraes, sobre o então governador daquele estado, Miguel Arraes, cassado pelo golpe militar de 1964. O próprio Callado teve seus direitos políticos suspensos por dez anos pela ditadura.
Em maio de 2011, Criolo lançava seu aclamado disco Nó na orelha. O álbum é um amálgama de diversos ritmos que formam um complemento para o rap: reggae, samba e afrobeat. Na faixa Mariô, o cantor e compositor declama: “Atitudes de amor devemos samplear. Mulatu Astatke e Fela Kuti escutar.” No verso, Criolo homenageia o nigeriano Fela Kuti, que morreu em decorrência de complicações da aids há 16 anos. Ao mundo, ele legou o afrobeat, uma eletrizante mistura de batidas africanas e improvisos jazzísticos.
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O homem que criou um gênero, inspirou politicamente sua geração e foi casado simultaneamente com 27 mulheres, Fela continua influenciando diretamente muitos artistas contemporâneos brasileiros, em níveis musicais bem mais explícitos e diretos do que sugere a citação do rapper Criolo. No último dia 15, Fela Kuti teria completado 75 anos. Neste sábado, ele é homenageado no Recife com a festa Fela Day, que acontece a partir das 17h, na Casa do Cachorro Preto em Olinda, com apresentações de Abeokuta Afrobeat, Miguel Jorge e os DJs Vinicius Leso e Ravi Moreno.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
VIII Seminário Arte, Cultura e Fotografia debate a imagem e seus suportes MAC SP clique aqui e vá direto ao site
VIII Seminário
Inscrições: até 05 de outubro, ou preenchimento das vagas (vide aba "Ficha Inscrição VIII Seminário")
Resumo das palestras na sequência do release
Página no Facebook: https://www.facebook.com/events/209170772583598/
Oitava edição do Seminário acontecerá no Auditório MAC USP Nova Sede de 07 a 11 de outubro e trará comunicações de pesquisadores de universidades do Rio de Janeiro, de Uberlândia, de Brasília e de São Paulo, além de conferências de Lorenzo Mammì, Ricardo Mendes e de Kaira M. Cabañas e depoimentos dos artistas Nino Cais e Fabio Miguez com comentários de Carolina Soares e Tadeu Chiarelli.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
A praça azul e Tempo de vidro..Samarone Lima
ENTREVISTA
Samarone Lima lança seu primeiro livro de poesia
O autor apresenta suas duas obras nesta quarta (17/10), no Espaço Cultural Mamulengo
Publicado em 17/10/2012, às 05h55
Diogo Guedes
Samarone Lima se revela poeta em nova obra
Ricardo B. Labastier / JC Imagem
A memória, para Samarone Lima, pode ser a fagulha que desperta o poema. O jornalista e escritor cearense radicado em Pernambuco revela hoje pela primeira vez sua veia poética, depois de um longo período de maturação, com o lançamento de dois livros: A praça azul e Tempo de vidro, que saem juntos em uma bela caixa publicada pela Editora Paés. O evento acontece no Espaço Cultural Mamulengo (Praça do Arsenal), às 18h. Ao JC, o autor fala um pouco sobre os seus versos e sobre como foi incentivado a finalmente divulgar seus versos.
JC – No blog Estuário, você fala da publicação como um detalhe do processo de criação poético e diz que o que lhe satisfaz mesmo é a escrita dos poemas. O que significa finalmente se revelar poeta? Ainda tem receio de mostrar seus poemas?
SAMARONE LIMA – Já não fazia mais sentido esconder algo que gosto tanto, que há tantos anos me acompanha. Senti que estava na hora, que tinha amadurecido. Contei também com olhares alheios que foram fundamentais para este impulso da publicação. De certa forma, me libertei um pouco do rigor excessivo. Depois que o livro ficou pronto, senti um alívio enorme.
JC – Em Tempo de vidro, o relato assume um tom pessoal forte, que também está presente em alguns poemas de A praça azul. Você encara a poesia como um ato de confissão – através de uma trabalho de linguagem e imagens? É herança do hábito de escrever diários?
SAMARONE – Talvez tenha sido esta a maior dificuldade. Este ato de confissão está muito presente, principalmente em Tempo de vidro, mas aparece n’A praça azul de forma menos intensa. É como se na poesia eu pudesse dizer outras coisas, ir mais fundo. Por outro lado, estou mais exposto. Uso muito a memória, mas como ponto de partida. Muitas vezes, escrevendo diários, uma frase serve para começar um poema. É uma fagulha. Nunca um diário é um poema.
JC – Apesar de a poesia ser um elemento mais íntimo da sua produção, o processo de publicação do dois livros contou com incentivos vários. Acha que teria um dia publicado seus poemas não fossem esses incentivos externos?
SAMARONE – Arsênio Meira Júnior teve um papel decisivo. Começou a ler meu blog de poesias, a fazer comentários e acabou sendo o responsável pela seleção final de A praça azul. Em Tempo de vidro, tive ajudas preciosas. Ronaldo Correia de Brito fez leituras rigorosas, em voz alta, ajudando a polir, cortar, burilar. Foi um aprendizado também. Ariano Suassuna, com quem trabalho, me disse uma breve frase, após ler uma versão, que me serviu de alento. A frase guardei comigo. Lourival Holanda escreveu o posfácio, que ficou um encantamento. Fiz questão de agradecer a todos, incluindo o Mário Hélio e Barthô Nigro. Foi uma generosidade que chegou de forma espontânea, calma, como uma bênção. Sozinho, creio, continuaria sem publicar.
Leia a matéroa completa no Jornal do Commercio desta quarta (17/10)
O Som ao Redor (Trailer Oficial) HD
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A arte do sul-africano William Kentridge
Muito bem reconhecido mundialmente, o artista sul-africano William Kentridge faz trajetória de exposições no Brasil em 2013, passando pelo Instituto Moreira Sales no Rio, na Oca e atualmente tem sua individual na “Fortuna” na Pinacoteca de São Paulo. O arte|ref traduziu uma entrevista feita para o blog OnePeople e disponibilizou aqui para vocês!
Clique no título e á ao site original e leia toda entrevista
terça-feira, 17 de setembro de 2013
FESTA LITERÁRIA DE GARANHUNS PE. clique aqui
A terra do frio e do famoso festival de Inverno, entre outro promove Festa Literária.
Um olhar sobre A Arte Chilena
O memorial vem cumprindo um trabalho limpo, na convergência das artes no Continente Latino.
é exemplo disso a iniciativa da exposição que ora lá se encontra.Vale a pena ver.
CLIQUE NO TÍTULO
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
PÁGINA 21... ANO VI: O Carnaval sem Cajú
PÁGINA 21... ANO VI: O Carnaval sem Cajú: Diferente de muitas Capitais Aracaju é paraíso aos avessos a folia.É cianinha de vestidos antigos, nao amarelados pelo polimento do arei...
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
PÁGINA 21... ANO V: Há um tempo......
PÁGINA 21... ANO V: Há um tempo......: Nestas férias, mas do que nunca me deito no meu note, e me viajo e viajo com outros por redes websites etc. Rencontro amigos, falo com algun...
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