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domingo, 24 de outubro de 2010

Uma breve história da curadoria, por Hans Ulrich Obrist

Uma breve história da curadoria, por Hans Ulrich Obrist
Julio Daio Borges





Digestivo nº 472 >>> A curadoria esteve na moda, na internet, com a suposta morte dos editores. Se as organizações formais estavam ruindo – como no velho jornalismo –, o que restaria às organizações do futuro senão, como os curadores, reunir alguns artistas (blogueiros?) em torno de si? Curadoria de verdade, contudo, é bem mais complicado do que isso. E um dos melhores livros sobre o assunto nos chega hoje às mãos pela BEĨ editora. Trata-se, justamente, de Uma breve história da curadoria, uma reunião de entrevistas feita por Hans Ulrich Obrist, um suíço que nasceu em 1968 e que trabalha como “diretor de projetos internacionais” na Serpentine Gallery, de Londres. Como alguém que amou as principais exposições de arte do século XX, e que admira imensamente os curadores por trás delas, Obrist perseguiu cada um de seus ídolos, extraindo deles históricos depoimentos, verdadeiras histórias de vida, de amor, de devoção à arte e – por que não dizer? – aos artistas. Piorou a arte? Pioraram os artistas? Ou pioraram os curadores? Talvez a chave para a mudança esteja numa colocação de Pontus Hultén (um dos entrevistados): “No dia em que alguém chega à conclusão de que 'é tudo muito caro', está tudo acabado”. Lamenta o mesmo Hultén, sobre o seu destino: “Acabei me transformando num arrecadador de fundos”. Walter Hopps (outro dos entrevistados) aconselha que é preciso enfrentar “a tirania da maioria”, coisa que os guardiões da audiência, das sondagens e das pesquisas, atualmente, morrem de medo de fazer. Johannes Cladders (mais um entrevistado) destaca que uma das funções do curador é, precisamente, “contribuir para a definição do termo 'arte'” (ampliando seu alcance). Alfred Barr, lembrado por Hopps, acreditava esperançosamente que “as massas poderiam ser esclarecidas através do novo modernismo”. (Conseguimos?) Cladders, novamente, lamenta que hoje “as instituições apenas saibam celebrar a si mesmas”, “e a seus patrocinadores”. Harald Szeeman (outro dos entrevistados) – voltando a Hultén – sugere que “a grande aventura” ocorre quando “não há muito dinheiro”, “nem muito espaço”. Franz Meyer (mais um dos entrevistados) teme a atual “privatização dos museus”, pois, nesse processo, “curadores se tornam voto vencido diante das opiniões dos círculos de poder financeiro”. “Estar com a arte é tudo que pedimos”, lembra o adágio de Anne D'Harnoncourt (uma das entrevistadas). Para coroar com uma definição de Suzanne Pagé (para a curadoria, lógico): “Não enfatizar a subjetividade e deixar a arte no centro”. Uma breve história da curadoria é, em resumo, uma bela homenagem à figura do Ausstellungsmacher: o “organizador de exposições” (segundo Harald Szeeman) – que deve ser, ainda, diplomata, administrador, conservador de obras, autor de introduções, animador e financista (para Walter Hopps, também pesquisador, comunicador e transportador). Se o empreendedorismo cultural precisa de modelos, os curadores são, muito provavelmente, os que estão mais próximos deles.
>>> Uma breve história da curadoria

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Mostras individuais de pintura das artistas Ana Carolina Sario e Mariana Serri

by vilamundo

da Redação em 20/10/10

A Galeria Virgilio inaugura no dia 21 de outubro, quinta-feira, às 19h, as mostras individuais de pintura das artistas Ana Carolina Sario e Mariana Serri.

“Lugar Comum”, de Ana Sario
Imagem: divulgação

Ana Sario, Voluntários da Pátria, 2010 (óleo e cera sobre tela).

A artista paulistana Ana Sario apresenta uma série de 14 pinturas em óleo e cera sobre tela e seis obras sobre papel em sua primeira mostra individual. “Lugar Comum” é resultante de dois anos de pesquisa em que a artista se debruçou sobre fotografias de paisagens urbanas de diversas cidades brasileiras. A exposição conta com texto de apresentação do crítico José Bento Ferreira.

Segundo o crítico, “As fotografias eliminam a objetividade das coisas, não para transformá-las em formas puras, mas para tematizar a pura experiência delas, ou a experiência em estado bruto”. Para ele, “a verdadeira mediação entre a visão de artista e o mundo da vida não são as fotos enquanto coisas, mas as fotos enquanto fatos, ou a experiência da qual elas são meras impressões”.

Sobre Ana Sario

Graduada em Artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina em 2008. Participou de diversas exposições coletivas dentre as quais destacam-se: “Incompletudes”, realizada neste ano na Galeria Virgilio; 38º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, em Santo André; “Ocupação”, na Casa Contemporânea, em São Paulo; e a exposição “Prêmio Energias na Arte”, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Além de seu trabalho artístico, Ana foi assistente curatorial dos artistas Arthur Lescher e Lenora de Barros na 7ª Bienal do Mercosul.

“We live on a Mountain”, de Mariana Serri

A artista Mariana Serri apresenta uma série de 14 pinturas a óleo e cera sobre tela e quatro fotografias.

O título, cuja tradução em português seria”Nós vivemos na/da montanha”, é o primeiro verso da canção “Hyper Ballad”, da cantora e compositora islandesa Björk (Post, 1995), que narra a furtiva caminhada matinal de uma personagem que descarta objetos à beira de um precipício, ora imaginando-se no lugar deles, para em seguida retornar à segurança de seu lar.

É a partir da pesquisa de campo, do registro de contenções de encostas de estrada, açudes, muros mal-acabados, pedras soltas e mesmo árvores e canteiros que tem início o seu trabalho de fatura da cor, cuja minuciosa mistura a desafia a recriar na tela suas anotações e simplificações formais.

Sobre Mariana Serri

Mariana Serri, Série Talude (Tomate caqui), 2010 (óleo e cera sobre tela).

Artista plástica formada pela FAAP em 2005. Expôs em diversas exposições coletivas, dentre as quais destacam-se: “Projeto Radiovisual” da 7ª Bienal doMercosul, exposição “Incompletudes” na Galeria Virgílio, exposição “Mediações” na Galeria Motor, exposição “Vistas a perder de vista” na Galeria Penteado, exposição “Entre 5 paredes”, 37º Salão de Arte Contemporânea de Santo André Luiz Sacilotto, Escola São Paulo, 40º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, 11ª Bienal de Santos, Programa de Exposições de Ribeirão Preto, 13º Salão dos Novos de Joinville, IV Território de Arte de Araraquara, e 37º Anual de Artes da FAAP, na qual recebeu prêmio pela obra “Domingo”, 2005, (vídeo, 13’31’’).

Atualmente faz parte do corpo de artistas que integram a Galeria Virgílio e a Galeria Motor. Paralelamente à produção artística, coordena o Atendimento ao Público no Setor Educativo do Instituto Tomie Ohtake em São Paulo e realiza a coordenação do Curso de Formação para os Educadores da 29ª Bienal de São Paulo.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Rafael Carneiro

RaRafael Carneiro

Rafael Carneiro, artista recém-chegado no universo artístico e nas galerias brasileiras, mostra as ideias e sentidos sobre o que é arte para alguém que está começando.

Em sua exposição na Luciana Brito, Rafael Carneiro nos conta mais sobre o seu trabalho e as reflexões que seus quadros que representam câmeras de vigilância procuram trazer ao visitante da exposição.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Museu Olho Latino participa de exposição em La Paz, Bolívia


Por: Assessoria de Imprensa Museu Olho Latino

Estampa 2010 - Intercâmbio Cultural Bolívia - Brasil é o título da mostra de gravuras do grupo Olho Latino com artistas bolivianos, que acontece de 11 a 24 de outubro, na Sala de Exposição da Faculdade de Arquitetura da Universidad Mayor de San Andrés (UMSA), em La Paz, Bolívia.

O início desse intercâmbio aconteceu há18 anos, na ocasião da primeira mostra de gravura latino-americana realizada, pelo Centro de Promoción del Arte y la Cultura - CPAC - na Casa de Cultura de La Paz. Na época, a mostra contou com parte da coleção pessoal de gravuras de Paulo Cheida Sans.

Anos se passaram e hoje, com a fundação do Museu Olho Latino, sediado em Atibaia, no interior de São Paulo, o intercâmbio revive novamente com o prof. Dr. Paulo Cheida Sans e com a artista boliviana, Paola Rozo, que também participou da organização da mostra realizada em La Paz em 1992. O contato a favor da valorização da arte da gravura dos dois países está a cargo, no Brasil, do Museu Olho Latino, e na Bolívia, do Colectivo de Grabado Boliviano.

Para a mostra, os dois grupos de artistas apresentam gravuras em várias técnicas, como xilogravura, linogravura, serigrafia e gravura em metal. A temática é variada e o conjunto das gravuras revela uma poética de valorização da natureza e da vida.

O grupo de arte brasileiro faz parte do setor de arte-educação do Museu Olho Latino, com sede de exposições. A primeira mostra do grupo foi realizada na Galeria da Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília, em 1996. A partir daí, o grupo já expôs em mais de 60 mostras realizadas em várias cidades do Brasil, entre elas, São Paulo, Recife, Curitiba, Piracicaba e Campinas, e até mesmo em Lima, Peru.

O grupo Olho Latino também atua no caráter experimental, sendo ele o principal foco gerador da Bienal do Esquisito, iniciada em 2001. Entre as mostras deste grupo destaca-se também a "Parábolas para o Século XXIII", realizada na Capela do Morumbi em São Paulo.

Representam o grupo Olho Latino na mostra em La Paz 15 artistas residentes em Campinas, Atibaia e região, sendo a maioria ex-alunos da PUC-Campinas, licenciados no extinto curso de Educação Artística, nas décadas de 1980 e 90. São artistas com currículos expressivos, alguns possuem pós-graduação, participaram em mostras no exterior e já receberam premiações em salões de arte.

A Bolívia está representada na mostra pelo Colectivo de Grabado Boliviano que conta com a participação de 14 artistas, todos também com currículos expressivos. Entre os destaques está o artista premiadíssimo Alejandro Salazar, um dos mais importantes desenhistas de humor da Imprensa da América Latina. No Brasil, Salazar representou seu país em várias mostras, como na II Bienal do Mercosul, realizada em Porto Alegre, RS, em 1999. Outro destaque é a participação de Paola Rozo, artista e agente cultural que residiu no Brasil alguns anos da década de 90, época em que expôs várias vezes no país. Depois mudou-se para a Holanda, onde concluiu a pós-graduação em Artes. Atualmente reside em La Paz.

Participam da mostra, representando o Brasil, os seguintes artistas: Alex Roch, Celina Carvalho, Cibele Marion Sisti, Elika Ito, Euclides Sandoval, Flávia Bresil Palhares, Lisa França, Maricel Fermoselli, Paulo Cheida Sans, Regiane Capp Couto Buccioli, Rosmary Silva, Suely Arnaldo, Walcirlei Siqueira, Yoonjee Geem, Young Koh. Representam a Bolívia, os seguintes gravadores: Alejandro Salazar, Ana Barroso Calle, David Vargas, Diego Romay Salinas, Juan Ignacio Revollo, Leonel Jurado, Marco Guzman, Norka Paz Rodo, Oscar Velasquez, Paola Guardia Arzabe, Paola Rozo, Pablo Ruiz, Rafael Maldonado, Veronica Perez Sesano.
A mostra está aberta à visitação até 24 de outubro na Sala de Exposição da Faculdade de Arquitetura - UMSA - Av. Villazón, 1995 - Monoblock Central - La Paz, Bolívia.

Serviço:
Exposição: Estampa 2010 - Bolívia - Brasil.
Período da mostra: 11 a 24 de outubro de 2010.
Expositores:
. Bolívia: Alejandro Salazar, Ana Barroso Calle, David Vargas, Diego Romay Salinas, Juan Ignacio Revollo, Leonel Jurado, Marco Guzman, Norka Paz Rodo, Oscar Velasquez, Paola Guardia Arzabe, Paola Rozo, Pablo Ruiz, Rafael Maldonado, Veronica Perez Sesano.
. Brasil: Alex Roch, Celina Carvalho, Cibele Marion Sisti, Elika Ito, Euclides Sandoval, Flávia Bresil Palhares, Lisa França, Maricel Fermoselli, Paulo Cheida Sans, Regiane Capp Couto Buccioli, Rosmary Silva, Suely Arnaldo, Walcirlei Siqueira, Yoonjee Geem, Young Koh.
Local: Sala de Exposicão da Faculdade de Arquitetura (ex asilo San Ramón) da Universidad Mayor de San Andrés (UMSA) - La Paz - Bolívia.
Endereço: Faculdade de Arquitetura - UMSA - Av. Villazón, 1995 - Monoblock Central - La Paz, Bolívia
Realização: Museu Olho Latino e Colectivo de Grabado Boliviano

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sábado, 25 de setembro de 2010

ARTE QUE BRILHA EM CORDOBA

Arte que brilla en Córdoba
Esculturas de Bastón Díaz, tintas de Kuitca, obras de Aizenberg y últimas adquisiciones del Museo Caraffa en arteBA se destacan entre las nuevas muestras del Caraffa.
Por: MARINA OYBIN



JUAN MELE.. Energy 7, 1986, acrílico sobre tela, 76 x 51 cm.
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Hay vernissage y fiesta. Estamos en el Museo Caraffa de Córdoba. Quienes lo pisen por primera vez, como esta cronista, descubrirán una perla de unos 5.000 metros cuadrados, que cumple con todos los parámetros museísticos establecidos para la óptima conservación del patrimonio. Es un espacio bien moderno, con sistema de iluminación computarizado, donde acaban de inaugurarse ocho muestras simultáneas de artistas consagrados y emergentes. Así, a lo grande, suelen hacerse las inauguraciones en el Caraffa. Hay champán y, claro, fernet con coca.

Desde la tarde hasta bien entrada la noche más de mil personas visitan las salas y pasean por los jardines, donde suena una banda de rock blusera. Tras escucharla, empiezo el recorrido.

Iluminado por la luz natural que avanza por la lucera original del edificio de 1916, Restos y encuentros en la ribera es la deslum- brante muestra del gran Bastón Díaz. Se trata de 16 bocetos que hizo para las esculturas monumentales de la plaza Rubén Darío, pegadita al MNBA. Allí, utilizó la friolera de 25 toneladas de acero.

Inspiradas en la inmigración que llegó a nuestras pampas, las piezas de chapa de hierro soldada pertenecen a su serie De la Ribera, que viene trabajando hace años.

Se mezclan aquí los viajes de este artista entrañable, apasionado y uno se anima a decir necesario, que después de pasar siete años en París, donde estudió en la Escuela Superior de Bellas Artes, en la Sorbona y en la Universidad de Vincennes, decidió regresar.

"Cuando volví percibí que muchos de los viejos maestros se la pasaban postergando su obra: esperaban que el Estado o un coleccionista la financiara, pero eso nunca pasaba", cuenta el artista a Ñ. Recuerda además que como no estaba dispuesto a negociar la imagen de su obra, se lanzó primero a trabajar como orfebre hasta alcanzar una situación económica sólida que le permitiera empezar a meterse en la escultura de grandes dimensiones, solo, sin esperar financiamiento.

Así logró lanzarse con sus primeras piezas. Las influencias de Bastón pueden rastrearse en escultores como los hermanos Naum Gabo y Antoine Pevsner o en Max Bill. De composición constructivista, su obra incluye bisagras, simbólicamente potentes, que abren caminos que se alejan de la geometría pura.

Sus colosales volúmenes convexos, que evocan restos de barcos, son de una pesadez infinita: jamás volverán a partir. Esos bloques semiesféricos imponentes transforman el espacio que los rodea, volviéndolo denso, extraño. Hay melancolía en esos fragmentos encastrados de cascos de navíos. Son, por sí solos, más allá de su alusión, abstracciones que conmueven. Es que estas obras gigantescas desatan un espacio vertiginoso, resignificando la dimensión humana. "Con las obras grandes pude concretar el espacio dramático que yo buscaba; en estos bocetos no recibís todo el impacto dramático que tiene que tener la obra", dice Bastón Díaz.

Sin embargo, en esta nueva escala, sus obras no pierden contundencia. El tamaño de las piezas, que van de los 60 centímetros, la mayoría, a los dos metros de alto, que en su caso, con obras de más de diez, pueden considerarse pequeñas, invita a poner el foco en cuestiones diferentes, sin dejar de conmover. Se percibe la sutileza de las texturas óxido, la distancia milimétrica que separa los volúmenes, el equilibrio de las piezas, que a veces da la impresión de que se apoyaran en un solo vértice.

Cuesta apartar la mirada de estas esculturas, abandonar la sala.

A unos pasos, está la muestra de Roberto Aizenberg, con obras que van de 1950 a 1980, desde sus comienzos con el maestro Battle Planas pasando por el exilio. Un sello singular marcado por la poética de la metafísica y el surrealismo. Curada por Isaac Lisenberg, la muestra, con más de medio centenar de trabajos, recorre los temas que el artista abordó con distintas técnicas: como torres y personajes. Hay exquisitas esculturas, óleos con guiños al romanticismo nórdico, están sus características obras silenciosas y atemporales, con luz irreal potenciada por el tratamiento con veladuras, y no faltan pinturas de las que Aldo Pellegrini definió como "geometría metafísica".

Otra sala reúne las últimas adquisiciones que el museo compró en arteBA. Se destacan Abismo de Marcia Schvartz, exuberante mix de materiales rústicos y copia de glamorosos, una obra de Román Vitali y una fotografía de Nicola Costantino. De la artista, se presenta además Trailer, que lleva al formato video, con muy buenos resultados, el tema del doble.

Con una secuencia de imágenes que dura apenas algo más de tres minutos, pone el foco en ese álter ego, creado meticulosamente a partir de un molde del propio cuerpo y devenido sombra tétrica.

Continuamos hasta la sala que reúne una serie de dibujos en tinta del joven Kuitca, pertenecientes a la colección Estudio Lisenberg.

Están sus escenas bien teatrales, sus columnas y sus emblemáticas camitas. En su caso los dibujos no son bocetos: surgen casi siempre después de sus pinturas.

En una de las salas más grandes se exhiben las pinturas de gran formato de Eric Van der Grijn. Las otras tres muestras son las de los cordobeses Pablo Scheibengraf y Marisol San Jorge, y el II Premio AMEC de Fotografía, que ganaron Res y Esteban Pastorino, con premios adquisición de 12.000 pesos cada uno.

En la noche cálida, la banda sigue tocando en el jardín. Algunos se recuestan en el pasto, junto a las esculturas de Hernán Dompé, cuyas bases se transformaron en improvisados soportes para copas vacías. La gente sigue llegando.

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Metrópolis - Wesley Duke Lee


Metrópolis - Wesley Duke Morreu aos 78 anos um dos nomes mais influentes das artes plásticas brasileiras, criador do Grupo Rex. O programa "Metrópolis" é exibido pela TV Cultura de segunda a sexta-feira às 21h40.

Metrópolis - Festival de Cinema de Toronto

Metrópolis - Festival de Cinema de Toronto

Metrópolis - Festival de Cinema de Toronto

Metrópolis - Festival de Cinema de Toronto

Metrópolis - Festival de Cinema de Toronto

Metrópolis - Festival de Cinema de Toronto

29ªbienal de São Paulo


Veja os últimos preparativos e as instalações nos terreiros do Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera. A 29ª edição da mostra abre para convidados dia 21/9 e, ao público, no próximo dia 25. O programa "Metrópolis" é exibido pela TV Cultura de segunda a sexta-feira às 21h40.

domingo, 12 de setembro de 2010

Cineasta francês Claude Chabrol morre, aos 80 anos, em Paris


by uol



O cineasta francês Claude Chabrol, diretor de "Beau Serge"
Paris - O cineasta francês Claude Chabrol morreu neste domingo (12) aos 80 anos, segundo informaram fontes da Prefeitura de Paris citadas pela emissora "France Info".

Chabrol, considerado um dos produtores-chave da cinematografia francesa, nasceu em 24 de junho de 1930, e foi, além de diretor, produtor e crítico do "Cahiers Du Cinéma".

Entre os filmes de Chabrol estão alguns dos mais destacados do cinema francês, como "Beau Serge", "Violette Nozière", "La Cérémonie" e "Merci Pour Le Chocolat".

Em 2009 dirigiu "Bellamy" e suas últimas obras foram dois capítulos de "Au Siècle de Maupassant: Contes et Nouvelles du XIXème Siècle".

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